domingo, janeiro 21, 2018

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


A Marselhesa [partitura]



[ROUGET DE L’ISLE]

Lisboa, 1905
Lith. Matta & C.ª
1.ª edição
22,4 cm x 16,8 cm [23,3 cm x 17,5 cm (estojo)]
4 págs.
exemplar estimado, restauros na dobra; miolo limpo
folha volante acondicionada num elegante estojo de fabrico recente
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo Carrilho Videira (A Marselheza – Historia, Canto e Musica, Nova Livraria Internacional, Lisboa, 1881):
«A Marselheza é hoje o hymno da liberdade. Desde que este canto deixou de ser nacional para se tornar cosmopolita, desde que elle significa a emancipação do ser humano, em pleno goso de todos os direitos naturaes, cumpre a todos os que advogam a completa confraternidade dos povos, a paz e progresso da humanidade, indagar a sua origem, estudar as suas causas.
Conforme os documentos mais authenticos, tem 89 annos. Foi escripto em Strasbourg, na noite de 24 de abril de 1792, sob a preoccupação promovida pela noticia da guerra declarada á Austria, que representava a Europa colligada contra a França republicana. O maire da famosa cidade havia convidado para um banquete, em sua casa, todos os officiaes dos corpos militares que chegavam de marcha para a campanha. Ao jantar, Dictrich, profundamente.preoccupado com os resultados da guerra, e impressionado pela discussão, dirigiu-se a um dos seus jovens commensaes: Vamos, Rouget de L’Isle, vós que sois poeta e musico, escrevei-nos alguma cousa que mereça contar-se!
Rouget de L’Isle, official de engenheria, retirou-se ao seu quarto sobreexcitado pelos acontecimentos, tomou a sua viola em que ensaiou em notas de musica os versos do famoso hymno, que ia compondo a par. [...]»
A vertente edição, assinalando a visita do Presidente francês Émile Loubet a Portugal, apresenta o seu retrato e o do monarca português, o rei D. Carlos.

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A Portugueza e a Marselheza


[HENRIQUE LOPES DE MENDONÇA
ROUGET DE L’ISLE]

Lisboa, 1905
Typographia Cesar
1.ª edição
21,7 cm x 15,1 cm (pasta)
4 págs.
subtítulo: Homenagem a Emilio Loubet – Na sua visita a Lisboa
exemplar muito estimado; miolo limpo
folha volante acondicionada numa pasta de cartolina de fabrico recente
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Assinalando a visita do Presidente francês a Portugal, esta é uma das várias folhas volantes postas a circular na altura, no vertente caso reunindo os versos de ambos os hinos das duas nações.

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Interpretação da Eneida de Virgilio Principe dos Poetas Latinos



CARLOS NORRIS

Lisboa, 1855
Na Imprensa Silviana
1.ª edição
15,5 cm x 10,2 cm
10 págs. + 178 págs.
encadernação coeva inteira em pele com gravação a ouro na lombada
exemplar muito estimado, gravação da lombada um pouco gasta; miolo limpo, papel sonante
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Consultando Inocêncio Francisco da Silva (Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo II, Imprensa Nacional, Lisboa, 1859):
«Carlos Norris [...] N. na freguezia de S. Bartholomeu da Charneca, suburbios de Lisboa, hoje concelho dos Olivaes, a 15 de Março de 1827; foi filho de Jeremias Norris, subdito britannico, e natural da Irlanda, que vindo estabelecer‑se em Portugal, adquiriu aqui algumas propriedades, e casou com a sr.ª D. Maria Catharina da Silva Ribeiro de Faria. Morreu victima da epidemia da febre amarella aos 2 de Novembro de 1857, contando apenas 30 annos d’edade. [...]»

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Lyrics


BOB DYLAN
org. e notas de Heinrich Detering

Estugarda, 2012
Philipp Reclam jun.
s.i.
texto em inglês, notas em alemão
14,7 cm x 9,6 cm
160 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Eis parte essencial da obra de Bob Dylan, galardoada com o Prémio Nobel da Literatura, aquilo que António Feijó, actual vice-reitor da Universidade de Lisboa, considera «uma das obras maiores das últimas décadas», sendo que o mais importante «nem é saber se ele é ou não um autor literário, que evidentemente é» (fonte: «Dylan Está Acima do Nobel», in Público, Lisboa, 2016, Outubro 10). A vertente edição – que não é bilingue –, destinada somente a ser comercializada na Alemanha, na Áustria e na Suíça, reúne versos e prosa de Dylan abrangendo um período de 1962 a 2006, textos cujo significado e breve contextualização o organizador acrescenta nas páginas finais do livro, de par com constantes notas em rodapé traduzindo expressões idiomáticas e vocabulário menos óbvio aos leitores de língua alemã.

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The Bob Dylan Scrapbook 1956-1966



BOB DYLAN
Robert Santelli

Nova Iorque – Londres – Toronto – Sidnei, 2005
Simon & Schuster
1.ª edição
texto em inglês
27,5 cm x 25,3 cm
64 págs. (várias delas desdobráveis e com múltiplos encartes)
profusamente ilustrado a cor
cartonagem editorial inclusa em estojo próprio
exemplar como novo
inclui cd áudio com 45 minutos de entrevistas concedidas ao longo dos anos
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Um dos seus primeiros altos momentos nos palcos – 1965 a 1966 – onde transmitia a quem o ouvia alguns dos mais certeiros versos da sua geração, passou-o ele a ouvir vaias de uns quantos escondidos na sombra dos fundos de sala. Porque tinha electrificado poemas que eles preferiam mais no tipo balada lambida à volta de uma fogueira esquerdista pequeno-burguesa. Acabou por ser eleito Prémio Nobel da Literatura, debaixo das vaias dos filhos e dos netos dos mesmos, agora acobardados no anonimato e nas falsas identidades proporcionados pela internet.
Como o próprio Dylan disse no poema «Señor (Tales of Yankee Power)», incluído no álbum Street Legal, de 1978:
«[...] Well, the last thing I remember before I stripped and kneeled
Was that trainload of fools bogged down in a magnetic field
A gypsy with a broken flag and a flashing ring
Said, “Son, this ain’t a dream no more, it’s the real thing.” […]»

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Autobiografia


CHARLES CHAPLIN
trad. e pref. António Lopes Ribeiro
capa de Sebastião Rodrigues

Lisboa, 1965
Editora Ulisseia, Limitada
1.ª edição [única]
20,8 cm x 14,2 cm
XXXII págs. + 592 págs. + 50 págs. em extra-texto
ilustrado
impresso sobre papel superior creme
exemplar estimado; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

O realizador da propaganda do Estado Novo, António Lopes Ribeiro, traduz e admira o «génio universal» de Chaplin / Charlot, «símbolo duma época, paradigma dum período histórico de mutações bruscas e violentas», época de cinema mudo em que fácil era aceitar qualquer laracha, imaginar o melhor ou o pior, visto que dos actores apenas se colhiam trejeitos e expansões musculares – nada de texto. Não por acaso, com o advento do sonoro, quando o «cinema se tornou loquaz, palrador como um papagaio», restringindo de algum modo o significado dos guiões dos realizadores, as opiniões dos espectadores começam a dividir-se, ao evidenciarem-se os posicionamentos de cada qual.

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As Minhas Aventuras pela Europa


CHARLIE CHAPLIN
trad. J. Torres de Carvalho e Arnaldo Brandeiro

Lisboa, s.d. [circa 1932]
Livraria Bertrand
1.ª edição
19,5 cm x 12,7 cm
256 págs.
encadernação de amador recente em tela com as capas espelhadas
não aparado
exemplar estimado; miolo limpo, papel com acidez
assinatura de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Chaplin / Charlot, «símbolo duma época, paradigma dum período histórico de mutações bruscas e violentas» (segundo António Lopes Ribeiro), época de cinema mudo em que fácil era aceitar qualquer laracha, imaginar o melhor ou o pior, visto que dos actores apenas se colhiam trejeitos e expansões musculares – nada de texto. Não por acaso, com o advento do sonoro, quando o «cinema se tornou loquaz, palrador como um papagaio» (idem), restringindo de algum modo o significado dos guiões dos realizadores, as opiniões dos espectadores começam a dividir-se, ao evidenciarem-se os posicionamentos de cada qual. Charles Chaplin (1889-1977), por ocasião de uma outra sua visita à Europa, em 1952, em que foi recebido pela rainha de Inglaterra e a quem o governo francês condecorou com a Legião de Honra, será violentamente contestado em Paris como um «chantagista emocional, voz principal da desgraça» (Serge Berna, Guy-Ernest Debord, Jean-L. Brau e Gil J. Wolman, manisfesto Basta de Pés-Chatos): «[...] Dado que te identificas com os fracos e os oprimidos, atacar-te tem sido considerado atacar os fracos e os oprimidos – mas na sombra da tua velha bengala podia já ver-se o cacetete de um polícia. [...] Não engolimos essa das “perseguições absurdas” que te pretendem mostrar como vítima, Max du Veuzit de pés chatos! [recentemente, ele fôra alvo de inquérito por parte da Comissão das Actividades Antiamericanas] [...] Vai dormir, insecto fascista. Chafurda na lama! Dedica-te à alta sociedade (gostámos muito de te ver rastejar frente à insignificante Isabel) [...]» (in Greil Marcus, Marcas de Baton, frenesi, Lisboa, 1999).

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Homenagem à Catalunha


GEORGE ORWELL
trad. Fernanda Pinto Rodrigues
capa de A. Pedro

Lisboa, s.d. [1975, seg. BNP]
Edição «Livros do Brasil»
2.ª edição
21,7 cm x 15 cm
272 págs.
exemplar muito estimado, sem quebras na lombada; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nota editorial na contracapa:
«Homenagem à Catalunha, de George Orwell é uma das mais celebrizadas narrativas sobre a guerra civil de Espanha, digna de emparceirar com A Esperança, de André Malraux [...] e com os Grandes Cemitérios Sob a Lua, de Bernanos. Impedida de circular em língua portuguesa ao longo de quarenta anos [a tiragem original apreendida pela polícia datava dos anos 50], embora nos ofereça uma visão muito parcial de acontecimentos já longínquos mas de tanta repercussão nos destinos da Península Ibérica, Homenagem à Catalunha não deixa de contribuir para a elucidação de tantos aspectos polémicos de uma das revoluções mais trágicas do nosso tempo.»

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sexta-feira, janeiro 19, 2018

O Estado Actual da Causa Monarchica


C. [CARLOS] MALHEIRO DIAS

Lisboa, 1912-1913
Typographia Editora José Bastos
1.ª edição
25,8 cm x 19,6 cm
4 págs. + 324 págs.
ilustrado
encadernação coeva em meia-francesa com cantos em pele, gravação a ouro na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
120,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Telles d’Albergaria



CARLOS MALHEIRO DIAS

Lisboa, 1901
Livraria Editora Tavares Cardoso & Irmão
1.ª edição
19 cm x 13 cm
8 págs. + 464 págs.
encadernação antiga em meia-francesa com lombada em pele gravada a ouro e pastas em papel de fantasia réptil
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
discretos carimbos de posse no frontispício e na última página do texto
55,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Grande Cagliostro


CARLOS MALHEIRO DIAS

Lisboa,
Livraria Bertrand
2.ª edição
19,4 cm x 13 cm
412 págs.
subtítulo: Novela romântica
sólida encadernação em meia-francesa com cantos em pele, gravação a ouro na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, janeiro 16, 2018

Poemacto



HERBERTO HELDER

[s.l., s.d.] [Lisboa, 1961]
Contraponto [ed. Luiz Pacheco]
[1.ª edição]
23,4 cm x 15,8 cm
32 págs.
impresso sobre papel-manteigueiro
acabamento agrafado com dois pontos de arame
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
peça de colecção
420,00 eur (IVA e portes incluídos)

É o terceiro livro do Autor... De imensa beleza formal:
«Deito-me, levanto-me, penso que é enorme cantar.
Uma vara canta branco.
Uma cidade, luzes.
Penso agora que é profundo encontrar as mãos.
Encontrar instrumentos dentro da angústia:
clavicórdios e liras ou alaúdes
intencionados.
Cantar rosáceas de pedra no nevoeiro.
Cantar o sangrento nevoeiro.
O amor atravessado por um dardo
que estremece o homem até às bases. [...]»

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Poemacto


HERBERTO HELDER

Lisboa, 1963
Guimarães Editores
2.ª edição
21,7 cm x 15,6 cm
48 págs.
impresso sobre papel superior
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
190,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Apresentação do Rosto


HERBERTO HELDER
capa de Espiga Pinto

Lisboa, Maio de 1968
Editora Ulisseia Limitada
impresso na tipografia do «Jornal do Fundão» de António Pauloro
1.ª edição
18,8 cm x 12,4 cm
220 págs.
reproduz na badana uma das raras fotografias do Autor
exemplar muito estimado; miolo limpo, parcialmente aberto
PEÇA DE COLECÇÃO
420,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do livro mítico que HH tentou, ao longo dos anos, fazer desaparecer da sua bibliografia. Apreendido pela polícia in situ na casa editora, poucos volumes sobreviveram, quer à rusga quer ao próprio Autor. Hoje em dia – após um árduo percurso de escassa circulação clandestina – aqueles que surgem à venda são quase sempre os mesmos exemplares, que têm vindo a passar de mão em mão dos coleccionadores.
Exactamente devido a um historial assim, o renegado livro mereceu do poeta Manuel de Freitas um estudo que a casa & etc tornou público: Uma Espécie de Crime: Apresentação do Rosto de Herberto Helder (Lisboa, 2001).
Na época, a poucos dias de surgir o livro no mercado, HH respondia assim a uma entrevista conduzida por Maria Teresa Horta (A Capital, suplemento «Literatura & Arte», Lisboa, 10 de Abril de 1968):
«Com uma nova alegria no rosto, uma nova confiança nas suas palavras, Herberto Hélder fala-nos pausadamente, responde sem hesitações.
– Diz-se que tem um romance a sair brevemente, é verdade?
– Não é um romance. Pelo menos se considerarmos as noções do romance tradicional... É antes uma montagem de textos de natureza autobiográfica, tendo uma unidade subjacente de sentido e uma unidade evidente de estilo.
[...] A necessidade de escrever prosa parece ter-me surgido durante certo tempo de experiências muito concretas cuja essência eu ainda não apreendera, mas cujo carácter muito concreto e imediato pedia que fosse expresso. A poesia, para mim, não me parecia o melhor meio de revelar esta experiência e dela me libertar. Além disso, um ritmo novo aparecera na minha linguagem. Eu não sabia como adaptá-lo ao que considerava o meu ritmo pessoal de poema. [...]»
Surgia, então, este livro num momento em que, por assim dizer, o Autor encerrava um ciclo, e que se resumia à edição, também então recente, da sua “poesia toda” sob o título Ofício Cantante (Portugália Editora, Lisboa, 1967). Ou, como diz o próprio:
«[...] Atravessei depressa a juventude.
Tinha duas coisas – a alegria e o terror.
Percorri-os sem tomar fôlego.
Quando cheguei ao outro lado, encontrava-me em frente da maturidade – estupefacto. [...]»

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O Patinho Feio e outros contos


[HANS-CHRISTIAN] ANDERSEN
trad. Herberto Helder
ilustrações de Jean-Léon Huens

Lisboa, s.d.
Editorial Verbo
1.ª edição
30,5 cm x 23,1 cm (álbum)
32 págs.
profusamente ilustrado a cor no corpo do texto
cartonagem editorial
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
assinatura de posse no verso da primeira folha-de-guarda
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Sulco – Revista de Cultura Político-Social



[HERBERTO HELDER]

Lisboa, II série – Ano I – n.º 2, Junho-Julho de 1965
Centro de Estudos Político-Sociais da União Nacional (C.E.P.S.)
ed. Virgílio Cruz
22,5 cm x 15,4 cm
168 págs. (numeração contínua: págs. 121 a 288)
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

A curiosidade deste número isolado desta revista de extrema-direita reside no facto de aí figurar uma tradução de Herberto Helder, o artigo «Julgamento de um jovem poeta russo – o processo de Josef Brodsky». Entre o declínio habitual neste tipo de imprensa, assinado por gente retrógada como, por exemplo, Lumbrales, Rodrigues Cavalheiro ou João Ameal, ergue-se, traduzido da revista inglesa Encounter, o «relato quase integral das duas sessões que constituíram o julgamento, efectuado em Fevereiro e Março de 1964», que se saldou na condenação do dito escritor russo «à pena de cinco anos de trabalhos forçados». Na União Nacional devem ter rejubilado com uma peça de tal jaez anticomunista...
Iosif Aleksandrovich Brodski (1940-1996), poeta e ensaísta discípulo de Anna Akhmatova, viu-se envolvido por uma denúncia jornalística que classificava os seus versos como «pornográficos» e «anti-soviéticos», o que levou as autoridades policiais a interná-lo num manicómio e, posteriormente, a condená-lo em tribunal por «parasitismo». A importância que o protesto contra o seu aprisionamento ganhou para cá da Cortina de Ferro, apesar de não ter abalado o regime totalitário russo, culminou na comutação dessa pena.

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Nova





aa.vv.
capas de António Sena

Fundão, Inverno 1975 / 76 a Outono de 1976
dir. e ed. António Paulouro, António Sena e Herberto Helder
1.ª edição [única]
2 números (colecção completa)
23,8 cm x 19,1 cm
[176 págs. + 13 cromos colados em extra-texto] + 196 págs.
profusamente ilustrados
o n.º 2 é impresso a azul sobre papel branco
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo
acondicionados num luxuoso estojo artístico de confecção recente, forrado a tela com uma ágata embutida
PEÇA DE COLECÇÃO
375,00 eur (IVA e portes incluídos)

O prefácio ao primeiro volume – não assinado, mas inconfundivelmente da autoria de Herberto Helder – constitui um modelo de texto de abertura na definição de criteriosas linhas de força antológicas; pois assim, a dado passo: «[...] A justificação deste Magazine encontra-se no que o ultrapassa em simples fraternidade de poemas e desenhos. Mas essa matéria restrita era uma coisa que faltava e, apresentando-se, faz-se sinal da coisa maior que continua em falta: o encontro não ocasional, mas insistente; não parcelar, mas global; e não só diletante, mas até ao mais fundo. [...]» E como este «encontro» apela a um registo de invulgares afinidades, algo em que o segundo volume se mostra infiltrado de vulgaridades várias (basta comparar os respectivos índices), Herberto Helder descarta-se passando a pasta da direcção do magazine a António Paulouro. Embora o nome e a “anuência” do Poeta continuem por ali (no dizer de uma nota de Paulouro), ele já não está. Mas o modelo renovado de selecção inflexível, segundo Herberto Helder, vinha a caminho e iria chamar-se Edoi Lelia Doura – antologia das vozes comunicantes da poesia moderna portuguesa...
Alguns colaboradores do n.º 1: Ângelo de Sousa, António Franco Alexandre, António Tavares Manaças, Costa Pinheiro, Fiama Hasse Pais Brandão, Haroldo Campos, João Miguel Fernandes Jorge, João Pedro Grabato Dias, Joaquim Manuel Magalhães, Jorge de Sena, Júlio Pomar, Sophia de Mello Breyner Andresen, etc.
Alguns colaboradores do n.º 2: Diogo Pires Aurélio, Eduarda Chiote, Fernando J. B. Martinho, Joana Ruas, José Alberto Marques, Armando Alves, Luís Miranda Rocha, Ramiro Osório, etc., etc.

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domingo, janeiro 14, 2018

O Que o Conde Fez á Varina ou Varina Já Foste ao Conde?



[ANÓNIMO]

Lisboa, 1916
Editor – Florencio Francisco | Tipografia Minerva Peninsular
[1.ª edição]
17 cm x 11,5 cm
8 págs.
folhas encasadas sem qualquer costura ou agrafo
exemplar estimado, falhas de papel sem afectar o texto; miolo limpo
acondicionado num elegante estojo de fabrico recente
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
110,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve folheto com versos de cariz erótico-satírico. Duas passagens, a título de exemplo:
«[...]
Um dia ao vender marmota
Lá p’ra Santa Catarina
Em casa toda janota
Que fez o conde á varina?

Para lhe aplicar o jugo
Provavelmente o malvado
Encarniçado verdugo
Ou quiz provar linguado
Ou que escamasse o bezugo.
[...]
Grafanheira que em questão,
Vá ao conde tão fallado
Tem que dar-lhe com restrição,
O que lhe fôr do agrado.
Ou mostrar-lhe o berbigão!
[...]»

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Humor Sem Palavras


aa.vv.
pref. e capas de [José] Vilhena

Lisboa, s.d.
«O Mundo Ri» (edição do Autor [José Vilhena])
1.ª edição
2 volumes
17,1 cm x 12,3 cm
176 págs. + 144 págs.
profusamente ilustrados
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo
37,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Depoimento de Américo Thomaz


JOSÉ VILHENA

Lisboa, 1975
Edições Branco e Negro (ed. Autor)
[1.ª edição]
16,5 cm x 11,4 cm
144 págs.
ilustrado com reproduções fotográficas
exemplar estimado, capa com ligeiras quebras; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

O popular humorista José Vilhena, saindo um pouco do seu habitual estilo erótico-fescenino, aproveita as ondas-de-choque político do 25 de Abril para atacar, com a rudeza que também lhe era habitual, algumas figuras que haviam sido sustentáculo da governação e do “pensamento” durante a ditadura do Estado Novo. Depois de Vitorino Nemésio – na sua faceta televisiva de «se bem me lembro» –, é, no vertente livro, chegada a vez do ex-presidente Américo Thomaz, alcunhado de O Cabeça de Abóbora e por aí fora, num despautério de insultos à figura carismática do fascismo-à-portuguesa. Humor grosseiro, de porta de taberna, aliás como sempre; num escritor e caricaturista que ficará apenas na memória de uma geração pouco ou nada subtil, mais sensível às coxas redondas e aos lábios vermelhos das fêmeas do que ao primado da inteligência.

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Grande Enciclopédia Vilhena


JOSÉ VILHENA

Lisboa, 1972 a Abril de 1974
Edições Branco e Negro (ed. Autor)
1.ª edição [única]
6 fascículos (completo)
30 cm x 22,6 cm
128 págs. (numeração contínua) + 6 capas *
profusamente ilustrados
acondicionados em estojo próprio de fantasia
exemplares estimados; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Publicação humorística periódica, a primeira de José Vilhena sob a forma de revista, necessariamente disfarçada de livro editado em fascículos coleccionáveis. Até aí, o caricaturista servira-se de um modelo que não estava obrigado a ir à censura prévia: o livro – os basto conhecidos livros de bolso, mais de meio cento deles, que a polícia apreendia somente após impressos e postos à venda. Com o 25 de Abril, Vilhena muda-lhe o título, muito a propósito, para Gaiola Aberta, dando início então a uma revista mensal em que o seu nome já pode figurar, às claras, como «director, editor e proprietário», e com distribuição do “gigante” comercial Agência Portuguesa de Revistas em Lisboa, Coimbra, Porto, Luanda e Lourenço Marques. Os conteúdos não diferem muito de uma para a outra publicação: sexo, visto pelo óculo auto-reprimido do masturbador, e política, a ingénua e muito errática política da vox populi. Sim, quem pense que a obra escrita e desenhada de José Vilhena não passa de um acervo de badalhoquices brejeiras, está muito enganado. A crónica dos acontecimentos que marcam a vida do país urbano é uma presença constante em toda a sua obra; é mesmo nos seus livros e revistas que ficou registado o “pensamento” da multidão na rua, numa mistura que vai da intriga sexual bairrista de vizinhos e vizinhas ao simples desafabo sobre o que de política chega aos ouvidos de todos através dos meios de informação oficial. Um desiderato, portanto.

* «Poster – O leitor inteligente deve coleccionar não só os fascículos como as gravuras da capa e contracapa. Colando-as na parede da mansarda (se for um intelectual) ou da barraca (se for um operário) obterá, dentro de pouco tempo, um poster monumental, contando a triste história do Homem e da Mulher, desde Adão e Eva até ao António Calvário e à Madalena Iglésias.» (José Vilhena)

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6 Entremezes de Cordel


JOSÉ DANIEL RODRIGUES DA COSTA
org. e notas de Luís Miguel Cintra e de Jorge Silva Melo

Lisboa, 1973
Editorial Estampa, Lda. / Empresa de Publicidade Seara Nova, S.A.R.L.
s.i.
18 cm x 11 cm
248 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota introdutória:
«[...] José Daniel Rodrigues da Costa (1757-1832), membro da Nova Arcádia com o nome de Josino Leiriense, é um nome que frequentemente encontramos nos folhetos de cordel. Autor de inúmeros panfletos que comentam o seu tempo, de anedotas e folhetins, de versos tortos e jocosos, de livros de passatempo. [...]
Autor bom? Mau? Autor com êxito. Um dos muitos que forneceram ao teatro de então mais os entremezes do que as peças, um dos muitos que entretiveram o seu público com os disparates de uma técnica particularmente atenta às necessidades de um auditório. [...]»

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As Satyras


DECIO JUNIO JUVENAL, «principe dos poetas satyricos»
trad. e pref. Francisco Antonio Martins Bastos

Lisboa, 1839
Imprensa de Candido A. da S. Carvalho
1.ª edição
2 partes broch. em 1 vol. (completo)
14,8 cm x 10 cm
[XXIV págs. + 144 págs.] + [196 págs. + 12 págs. (não num.)]
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, papel sonante
mantém o papel azul de protecção da época
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

O tradutor, Francisco António Martins Bastos (1799-1868), foi Cavaleiro da Ordem de Cristo, professor de gramática e língua latinas, sendo nesta qualidade mestre do rei D. Pedro V. Diz-nos Inocêncio Francisco da Silva, com muito espírito, que o longo legado literário «[...] mostra que o sr. Bastos não ha sido o servo sem proveito de que fala o Evangelho: pelo contrario, tem feito por sua parte todo o possivel para dar fructo dos talentos com que a providencia o favoreceu. [...]» (Fonte: Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo II, Imprensa Nacional, Lisboa, 1859)

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sábado, janeiro 13, 2018

Contos Carcomidos


JORGE LISTOPAD
capa e grafismo de Júlio Navarro
ilust. João Vieira

Lisboa, s.d. [1974]
Plátano Editora, S.A.R.L.
1.ª edição
10,1 cm x 28,9 cm (oblongo)
24 págs.
ilustrado
texto a três colunas
impressão azul ultramarino sobre papel superior creme
exemplar muito estimado, capa com sinais de continuada exposição à luz; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

František Listopad (1921-2017), nascido checo, figura de proa europeia junto da resistência ao nazismo, dito Jorge Listopad para português ler, foi escritor, crítico literário, encenador teatral, realizador televisivo, etc., etc., cuja obra de prosador oscila entre o conto, o apontamento ensaístico e a crónica jornalística. Viveu em Portugal desde 1958, tendo-se naturalizado já nos anos 60.

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Diário de um Louco


NICOLAU GOGOL
trad. Virgínia Ramos
pref. Jorge Listopad
capa de F. Conceição

Lisboa, 1967
Editorial Presença
1.ª edição
19,2 cm x 12,3 cm
156 págs. + 2 folhas em extra-texto
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Fernando Pessoa e os do Seu Tempo nas Encruzilhadas do Mundo e do Tempo


FERNANDO PESSOA
et alli
org. e posf. Petrus

Porto, s.d.
Selecções “Périplo” [Petrus (Pedro Veiga)]
1.ª edição [conjunta]
20,3 cm x 13,3 cm
256 págs. + 1 encarte (folha 98-A)
subtítulos: Subsidio Para Outra Civilização – Escritos Públicos
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
200,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante reunião de manifestos literários que definiram uma certa modernidade em Portugal. Inclui os seguintes documentos:
[1] Ultimatum, de Álvaro de Campos; [2] Manifesto Anti-Dantas, de Almada-Negreiros; [3] Sátira Académica, de Bernardo Marques; [4] Primeira Descoberta de Portugal na Europa no Século XX, e [5] 1.ª Conferência Futurista, ambos de Almada-Negreiros; [6] Sátira Literária – A Literatura Oficial Contempla o Orpheu; [7] Ultimatum Futurista às Gerações Portuguesas do Século XX, por Almada-Negreiros; [8] O Elogio da Loucura – Reportagem da 1.ª Conferência Futurista (A Capital); [9] A Ideia Futurista na Ribalta, de Almada-Negreiros; [10] Sátira Social – Monumento ao Drama Humano, de Arlindo Vicente; [11] Negreiros – Dantas, uma Página para a História da Literatura Nacional, por Francisco Levita; [12] Sátira Política, de Augusto Gomes; [13] Nós, de António Ferro; [14] Aviso por Causa da Moral, de Álvaro de Campos; [15] Manifesto, de Mário Coutinho, Celestino Gomes, Abel Almada e António Navarro; [16] Literatura Viva, e [17] Literatura Livresca e Literatura Viva, ambos de José Régio; [18] Cartaz, de Almada-Negreiros; [19] Presença da “presença” na Literatura e na Crítica do Nossso Tempo, de João Gaspar Simões e José Régio; [20] A Dissidência Presencista, de Adolfo Rocha, Edmundo Bettencourt e Branquinho da Fonseca; [21] Imagens do Movimento Presencista, de Edmundo de Bettencourt, Albano Nogueira e José Régio; [22] Apoteose ao Lirismo Provinciano; [23] Assuada ao Templo das Múmias; [24] Carta Aberta aos Imortais, e [25] Manifesto, ambos de Artur Augusto; [26] História Muda; [27] Fora o Neo-Classicismo; [28] Do Modernismo, de Armando de Basto; [29] Manifesto Resumo do Dimensionismo, e [30] Manifesto do 1.º Salão dos Independentes, ambos de António Pedro.

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La Révolution de Mai – Film portugais [folha de sala]


ANTÓNIO LOPES RIBEIRO, dir.

s.l., s.d. [Lisboa, 1937]
s.i. [Neogravura, Ltda
[1.ª edição]
texto em francês
24,2 cm x 16,7 cm
8 págs.
ilustrado, impresso em rotogravura
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
peça de colecção
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da versão francesa do programa do filme A Revolução de Maio, que celebrava os dez anos de triunfo do Estado Novo, e a vigilância deste contra o papão comunista.

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A Morte no Portugal Contemporâneo


RUI G. FEIJÓ
HERMÍNIO MARTINS
JOÃO DE PINA CABRAL
et alli
trad. Ana Falcão Bastos e José Moura Carvalho
capa de João Segurado

Lisboa, 1985
Editorial Querco, Lda.
1.ª edição
21 cm x 14 cm
220 págs. + 16 págs. em extra-texto
subtítulo: Aproximações Sociológicas, Literárias e Históricas
exemplar como novo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Compêndio de Caligrafia


MANUEL DE OLIVEIRA CORDEIRO
António de Almeida
Luís Gonçalves
pref. Virgílio Couto
capa de Fernando Bento
ilust. Alfredo Cândido

Lisboa, 1955
Livraria Popular de Francisco Franco
4.ª edição
27,3 cm x 20,8 cm
108 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
subtítulo: Letra inglesa. Letra corrida. Letra francesa. Letra gótica
ilustrado
capa impressa sobre cartolina gofrada, acabamento com três laçadas de linha
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no rosto
é o n.º 859 de uma tiragem não declarada com o carimbo do Autor
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Manual destinado ao ensino nas escolas e institutos comerciais.

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La Inteligencia y la Cultura en el Grafismo


MATILDE RAS

Barcelona, 1945
Editorial Labor, S.A.
1.ª edição
texto em castelhano
18,5 cm x 13 cm
180 págs.
subtítulo: Los Autógrafos Célebres (Estudios Grafológicos Especiales)
profusamente ilustrado no corpo do texto
cartonagem editorial, folhas-de-guarda impressas
exemplar muito estimado; miolo limpo, por vezes com alguma acidez
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Matilde Ras (1881-1969), escritora e tradutora nascida na Catalunha, é considerada a pioneira dos estudos de grafologia científica em Espanha.

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Apontamentos Acerca do Falar do Baixo-Minho


F. J. MARTINS SEQUEIRA

Lisboa, 1957 [aliás, 1958]
Edição da “Revista de Portugal”
1.ª edição
25 cm x 18,4 cm
204 págs.
exemplar como novo, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, janeiro 11, 2018

Elementos Historicos e Etnograficos de Mação


FRANCISCO SERRANO
pref. A. Lino Neto

Ferreira do Zêzere, 1935
Tipografia Ferreirense
1.ª edição
22,8 cm x 16,5 cm
220 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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S. Pedro de Varais – Uma Capela Românica do Concelho de Caminha


MANUEL DE AGUIAR BARREIROS, cónego

Porto, 1950
Marques Abreu, Editor
1.ª edição
24,5 cm x 19 cm
2 págs. + 30 págs. + 18 págs. (não num. [reprod. fotográficas])
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo, primeira e última folhas ligeiramente manchadas
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Assim começa a descrição:
«A meia encosta, num vale que dois montes escarpados, em projecção a poente da Serra d’Arga, abrangem, num retirado escalão que se alonga em húmida rechã, ao qual uma rústica e ampla calçada de esborceladas lájeas, à guisa de evocativa estrada romana, dá desempecido acesso, demora a capela românica de S. Pedro de Varais, outrora, cabeça de um mosteiro antiquíssimo, conforme a tradição. [...]»

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Mira de Aire 1933-1958


[ANÓNIMO]

s.l., 1958
s.i. [«composto e impresso nas oficinas da “Coimbra Editora”»]
1.ª edição
21 cm x 17,8 cm
56 págs.
ilustrado no corpo do texto
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Douro Litoral


CONDE D’AURORA, org., pref. e notas

Lisboa, s.d.
Livraria Bertrand
1.ª edição
17,5 cm x 12 cm
208 págs.
ilustrado no corpo do texto
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
discreta assinatura de posse no canto superior direito do ante-rosto
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

É vasta a montra de escritores escolhidos pelo conde, a fim de figurarem na presente antologia regional. Desde D. Francisco de Sá e Meneses ao abade de Jazente, de Garrett a Camilo e a Eça, de Leite de Vasconcelos a Raul Brandão, de Aquilino a Abel Salazar, ou a José Régio, e muitos outros, todos de algum modo se referiram nas suas obras à região em título.

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quarta-feira, janeiro 10, 2018

Bispado de Coimbra – Os Mosteiros de Lorvão e de Santa Clara e o Templo da Sé Velha


[MANUEL, BISPO CONDE]

Coimbra, 1893
Typographia do Seminario
1.ª edição
26 cm x 17,2 cm
80 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR NA CAPA
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de D. Manuel Correia de Bastos Pina (1830-1913), e a ele se deve a iniciativa do restauro da Sé-Velha de Coimbra, obra iniciada precisamente em Janeiro de 1893.

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A Industria dos Curtumes na 3.ª Circunscrição Industrial



FERNANDO HOMEM DA CUNHA CÔRTE-REAL

Lisboa, 1912
Imprensa Nacional
1.ª edição
25,8 cm x 16,9 cm
104 págs.
capa impressa retro e verso
elegante encadernação recente em meia-inglesa gravada a ouro na pasta anterior
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
ostenta na capa da brochura e no frontispício o carimbo da antiga Escola Preparatória Rodrigues Sampaio
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Taxas dos Ofícios Mecânicos da Cidade de Coimbra no Ano de 1573


J. M. TEIXEIRA DE CARVALHO
pref. João Couto

Coimbra, 1922
Imprensa da Universidade
1.ª edição
22,5 cm x 16,7 cm
4 págs. + 90 págs.
exemplar muito estimado, sinais de foxing na capa; miolo irrepreensível, por abrir
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Eram ofícios à época reconhecidos, por exemplo: sapateiro, alfaiate, tosador, cordoeiro, oleiro, surrador, tanoeiro, correeiro, barbeiro, ferrador, malgueiro, serralheiro, frieiro, cutileiro.

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