segunda-feira, julho 24, 2017

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Romanceiro



ALMEIDA GARRETT, visconde de

Lisboa, 1900-1901
Empreza da Historia de Portugal, Sociedade Editora
5.ª edição + 3.ª edição (II e III)
3 volumes (completo)
16,3 cm x 10,9 cm
[XXVI págs. + 278 págs.] + [L págs. + 314 págs.] + 312 págs.
subtítulos: I – Romances da Renascença; II e III – Romances Cavalherescos Antigos
encadernações homogéneas em meia-inglesas com sóbria gravação a ouro nas lombadas
aparados, sem capas de brochura
exemplares muito estimados; miolo limpo
data de aquisição e assinatura de posse nos ante-rostos e nos frontispícios
47,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Folhas Caídas



ALMEIDA GARRETT
pref. José Gomes Ferreira
capa e ilust. Maria Keil Amaral

Lisboa, 1955
Portugália Editora
s.i. [1.ª edição ilustrada]
22,8 cm x 17,2 cm
212 págs. + 6 folhas em extra-texto
ilustrado em separado
impresso sobre papel creme de gramagem superior
exemplar manuseado mas aceitável, contracapa manchada; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além da importância deste conjunto de poemas de Almeida Garrett (1799-1854), sua última obra em fim de vida, e que expressam uma secreta atracção erótica pela viscondessa da Luz, precede-o um longo ensaio do poeta José Gomes Ferreira (1900-1985). A edição está também enriquecida pelos delicados desenhos de Maria Keil (1914-2012).

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Frei Luís de Sousa



ALMEIDA GARRETT
pref. Pedro Calmon
ilust. Antonio Valverde

Porto, 1965
Livraria Tavares Martins
[1.ª edição ?]
15,4 cm x 10,7 cm
2 págs. + 246 págs. + 7 folhas em extra-texto (policromias)
ilustrado
impresso sobre papel superior a duas cores
encadernação editorial em plástico relevado e gravado a ouro nas pastas e na lombada, folhas-de-guarda impressas
conserva as capas de brochura
capa anterior de brochura impressa a cor e relevo seco
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse na contracapa da brochura
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Se a corrente literária designada por romantismo chegou a Portugal, em finais do século XVIII, principalmente por intermédio da marquesa de Alorna, é com o Catão de Garrett e, sobretudo, com a sua obra-prima Frei Luís de Sousa que, não só ele “inventa” o moderno teatro português, um género pedagógico eivado de nacionalismo, como firma a sua visão de homem político derrotado por um país cabralista de barões. «[...] Porque no Frei Luís de Sousa, e isto é muito importante, Garrett [...] faz também o processo do “sebastianismo”, demonstrando pelo absurdo os seus efeitos catastróficos. [...] Nenhum clarão de esperança brilha no fim solene do Frei Luís de Sousa: o mundo antigo esmaga o mundo novo quando este se constrói sobre um equívoco – quer dizer, quando não chega a criar as suas próprias estruturas. [...]» (José-Augusto França, O Romantismo em Portugal, vol. 1, Livros Horizonte, Lisboa, 1974)

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Viagens na Minha Terra


ALMEIDA GARRETT
pref. e notas de José Pereira Tavares

Porto, 1974
Livraria Sá da Costa Editora
3.ª edição
19,1 cm x 12,4 cm
XXXIV págs. + 334 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
carimbo de oferta da Secretaria de Estado da Cultura no ante-rosto
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra de referência, da autoria de um liberal bem intencionado. Uma passagem de um dos primeiros capítulos:
«[...] Andai, ganha-pães, andai; reduzi tudo a cifras, todas as considerações deste mundo a equações de interesse corporal, comprai, vendei, agiotai. – No fim de tudo isto, o que lucrou a espécie humana? Que há mais umas poucas de dúzias de homens ricos. E eu pergunto aos economistas políticos, aos moralistas, se já calcularam o número de indivíduos que é forçoso condenar à miséria, ao trabalho desproporcionado, à desmoralização, à infâmia, à ignorância crapulosa, à desgraça invencível, à penúria absoluta, para produzir um rico? [...]»
É pacífico concluir que a eficácia narrativa das Viagens consiste tanto no novo modelo verbal, inspirado na coloquialidade da fala «vulgar e corriqueira» (disse Aquilino Ribeiro), como no impressionismo pictórico que caracteriza o esboço de locais e horizontes. De facto, ele provou que a relação física do escritor com o espaço, com um ver deambulatório, com um trabalho de campo quase etnográfico e arqueológico, traz resultados positivos, sobremaneira naqueles períodos em que a escrita se converteu num estendal de truques retóricos e chavões estilísticos.

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domingo, julho 23, 2017

Le Koran’



[MOHAMMAD]
Franz Toussaint, org. e trad.
ilust. Mohammed Racim

Paris, 1949
L’Édition d’Art H. Piazza
[1.ª edição]
texto em francês
15,9 cm x 10,7 cm
140 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Sourates Principales
ilustrado
impresso a duas cores directas
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Vinte Capítulos do Alcorão


SULEIMAN VALY MAMEDE (trad.)

Lisboa, 1977
Comunidade Islâmica de Lisboa
2.ª edição
bilingue árabe / português
27,2 cm x 18 cm
28 págs.
impresso sobre papel superior, acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui a tradução do 1.º e dos capítulos 96.º a 114.º, feita no sentido de divulgar entre nós a doutrina islâmica ou muçulmana, «[...] que é actualmente seguida por mais de setecentos milhões de seres humanos, em todo o mundo, dos quais cerca de três milhões e meio são de expressão portuguesa, nomeadamente em Moçambique, Guiné-Bissau, Brasil, Timor-Leste, Macau e Portugal» (da Nota Prévia do tradutor).

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Romancero Moresque



[ANÓNIMO]
trad. e pref. Alexandre Arnoux

Paris, 1921
L’Édition d’Art H. Piazza
14.ª edição
texto em francês
15,5 cm x 10,8 cm
172 págs + 1 folha em extra-texto
ilustrado
impresso a três cores directas sobre papel creme de gramagem superior
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, por abrir
ostenta no ante-rosto e ex-libris de Raul de Oliveira e assinatura de posse do mesmo no canto superior direito do frontispício
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da introdução do tradutor:
«[...] on peut dire que ces princesses à turbans, ces sultans magnifiques et jaloux qui peuplent les nouvelles du XVIIe et du XVIIIe siècle viennent d’Andalousie, par le chemin de la Castille.
Ecrit par des poètes espagnols, après que les Mores eurent étè chassés de Grenade, le Romancero Moresque reflècte cet éblouissement qu’éprouvérent les chrétiens devant la civilisation de leurs ennemis. [...] D’un caractère unique dans la littérature europèenne, ce lyrisme marque le point de contact et la frontière de l’Orient et de l’Occident; il semble répondre à ces palais et à ces cathèdrales de la péninsule ibérique, que des ornemanistes africains ont décorès d’arabesques et d’azulejos.»

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Historia de la Dominacion de los Arabes en España


JOSE ANTONIO CONDE

Madrid, 1820-1821
Imprenta Que Fue de Garcia
1.ª edição
3 volumes (completo)
21,5 cm x 15,7 cm
[XXIV págs. + 636 págs.] + [4 págs. + 456 págs.] + [XX págs. + 268 págs. + 6 folhas em extra-texto (gravuras)]
ilustrado
encadernações homogéneas coevas com lombadas e cantos em pele, rótulos um pouco gastos
corte mosqueado
exemplares muito estimados; miolo limpo, papel sonante, boas margens
antiga assinatura de posse no cabeçalho do primeiro capítulo
PEÇA DE COLECÇÃO
800,00 eur (IVA e portes incluídos)

Notável primeira história da presença muçulmana na Península Ibérica. José António Conde (1766-1820) foi arabista e tradutor, conservador da Biblioteca do Real Mosteiro de São Lorenço do Escorial, académico de mérito, tendo nesta qualidade ocupado o cargo de antiquário na Academia Real de História em 1804. Ficou conhecido sobretudo pela vertente História..., publicada postumamente, de que só o primeiro volume foi preparado e corrigido pelo autor, tendo os seguintes sido elaborados por Juan Tineo, mediante o original deixado por António Conde.

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Vagô




HENRIQUE GALVÃO
capa [e contracapa] de José de Moura
ilustrado por Manuela Adeodato Pinto

Lisboa, 1952
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
18,3 cm x 13,3 cm
268 págs.
ilustrado no corpo do texto
encadernação modesta com o selo de Jaime M. Alves - Encadernador, gravação a ouro na lombada
aparado
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
sublinhados e anotações marginais a tinta nas págs. 2, 148-149, 155, 213, 222, 232-253 e 261 identificando as passagens no texto que terão dado origem a que o livro fosse apreendido pela polícia política
é um dos únicos 24 exemplares existentes
PEÇA DE COLECÇÃO
450,00 eur (IVA e portes incluídos)

Último volume da trilogia Romance dos Bichos do Mato – sendo os anteriores Kurika e Impala –, nunca antes do 25 de Abril de 1974 chegou ao conhecimento dos leitores, a não ser em dactilocópias clandestinas, dada a sua imediata apreensão policial. Conta-se na badana da edição livre (do mesmo editor, Junho de 1974):
«[escrito na prisão do Aljube entre Fevereiro e Maio de 1952], não chegou a ser posto à venda.
À excepção de 24 exemplares que o autor conseguiu oferecer a pessoas amigas, a edição, pronta a circular, foi totalmente destruída nas instalações da própria casa impressora.
O leitor compreenderá o motivo que levou à dita destruição ao aperceber-se da intenção de Henrique Galvão traduzida no ataque – disfarçado mas intenso – ao regime político então vigente [...].»
Ficou a tal ponto emblemático este episódio de censura, que Galvão, Palma Inácio e Camilo Mortágua, mais tarde, em Novembro de 1961, baptizaram como «Operação Vagô» uma sua acção revolucionária contra o dito regime.

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O Assalto ao “Santa Maria” [junto com] 6 postais alusivos à derrota do assalto

 
 

HENRIQUE GALVÃO
trad. Manuel Pires de F. Matos

Lisboa, 4 de Julho de 1973 (livro)
Lisboa, 1961 (postais)
Edições Delfos (livro)
1.ª edição [em português (livro); trilingue português-francês-inglês (postais)]
[20,6 cm x 15 cm (livro)] + 6 x [15,5 cm x 10,6 cm (postais)]
312 págs. (livro)
exemplares muito estimados, apenas um dos postais apresenta vincos; miolo irrepreensível, postais limpos
juntou-se ao lote 6 postais ilustrados não circulados alusivos à derrota da Operação Dulcineia mandados imprimir pelo governo, onde se vêem a entrada do navio na doca de Lisboa e a recepção dos passageiros e tripulantes salvos do atentado, assim como os banhos de multidão em torno de Salazar, tido por seu salvador
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

No vertente livro se relatam as condições históricas da época, Janeiro de 1961, os preparativos e o desenrolar da Operação Dulcineia nos seus aspectos práticos, logísticos e, finalmente, as consequências políticas daí advindas. Texto traduzido da edição original inglesa, documenta o ponto de partida na guerra contra o regime salazarista, levada a cabo também nos territórios ultramarinos.

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A Mulher no Mundo


MARIA LAMAS

Rio de Janeiro | Lisboa, 1952
Livraria Editora da Casa do Estudante do Brasil
1.ª edição
2 volumes (completo)
25,9 cm x 19,4 cm
[640 págs. + 30 folhas em extra-texto] + [656 págs. + 28 folhas em extra-texto]
ilustrados
impressos sobre papel superior avergoado
exemplares estimados, capas com pequenas esfoladelas; miolo limpo, por abrir
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma informada e culta história da mulher e da sua condição social ao longo dos tempos.

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Groucho y Yo


GROUCHO MARX
trad. Xavier Ortega
capa de Clotet-Tusquets

Barcelona, 1977
Tusquets Editor
4.ª edição
texto em castelhano
[18 cm x 10,4 cm (livro)] + [14,8 cm x 10,5 cm (postal)]
[1 folha em extra-texto + 352 págs.] + 1 postal
capa impressa a prata e negro com duas perfurações de modo a permitir visualizar o extra-texto
exemplar estimado; miolo limpo
junto com o postal The Groucho Disguise Outfit editado em França pelas Editions F. Nugeron
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«[...] el lector deberá gastar su dinerito para saber a ciencia cierta quiénes y cómo son Groucho y el yo de Groucho. Comprobará que hay la persona y el actor y que, aunque no opuestos, son muy distintos. En tanto el actor dinamita la sociedad y siembra el absurdo, la persona no desea más que prosperar y hacerse rico dentro de esa sociedad.»

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The Groucho Letters


GROUCHO MARX

Londres, 1974
Sphere Books Limited
3.ª edição [na Sphere Books]
texto em inglês
17,8 cm x 10,9 cm
256 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma destas cartas, julgada representativa de um género sarcástico ímpar, numa estreia em português, foi traduzida e publicada no fanzine frenesi 3, em 1981. Outros a seguir vieram por cá publicar-lhe livros inteiros... Mais conhecido pelas suas actuações hilariantes e caóticas de par com os outros “irmãos” Marx, o legado literário de Julius Henry Marx (1890-1977) coloca-o também nas poltronas da cultura escrita norte-americana.

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¡Harpo Habla!


HARPO MARX
c/ Rowland Barber
trad. Paloma Villegas [castelhano]
ilustrações de Susan Marx


Barcelona, 1988
Montesinos
1.ª edição
22 cm x 15 cm
384 págs.
encadernação editorial em tela com sobrecapa
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se das memórias do mais calado dos irmãos Marx. Harpista exímio, mas também actor hilariante, este seu livro mostra o que é uma Vida séria levada a brincar.

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The Parting Years – Diaries 1963-74


CECIL BEATON
capa sobre ilust. David Hockney

Londres, 1978
Weidenfeld and Nicolson
s.i. [2.ª edição ?]
texto em inglês
22,2 cm x 14,5 cm
8 págs. + 164 págs. + 8 págs. em extra-texto
ilustrado
encadernação editorial em tela gravada a ouro na lombada, sobrecapa polícroma
exemplar muito estimado, pequenos restauros no bordo superior da sobrecapa; miolo limpo
assinaturas de posse no ante-rosto e no frontispício
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana:
«Cecil Beaton was born in 1904 [m. 1980] and educated at Harrow and Cambridge. Although he originally made his name as a photographer he is today equally well known as a writer and as a designer of ballets, operas, plays and other theatrical productions, among them the legendary My Fair Lady. […]»

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sábado, julho 22, 2017

Moravagine


BLAISE CENDRARS
trad. e prefácio do poeta Ruy Belo
capa do pintor Espiga Pinto

Lisboa, s.d.
Editora Ulisseia Limitada
1.ª edição
19,1 cm x 12,3 cm
376 págs.
exemplar bem conservado; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Capa absolutamente notável para um romance assombroso numa tradução apaixonada.
Do Prefácio do Tradutor:
«[...] Moravagine, ainda que possa ser mais alguma coisa, é fundamentalmente a personagem com esse nome. [...] “Não há ciência do homem, o homem é essencialmente portador de um ritmo”. Ora a chave do ser de Moravagine é precisamente um ritmo original; tudo, para ele, era ritmo, era voz; possuía uma sensibilidade extraordinária. Não importa que seja “parto de um ser humano”. Afinal de contas, é um “soberbo indivíduo”, constitui um “espectáculo admirável”. É uma grande fera humana, um extraviado, um desequilibrado, um amoral, um fora-de-lei, um doente dos nervos. Entusiasma-se com o aspecto da Alemanha industrial, sente uma violenta paixão pelos objectos, simpatiza com o barulho das máquinas. Viaja pelo mundo fora, ensaia utensílios que, como o avião, transformam a visão do homem, assiste e participa da desagregação do mundo velho e colabora no desencadeamento das novas forças, sente a curiosidade do homem moderno pela origem da vida, pelas civilizações desaparecidas e até tem doenças novas, tratadas nos estabelecimentos hospitalares da moda pelos médicos célebres. [...]
E se Moravagine, na sua qualidade de original, de excêntrico, de pessoa que não é como toda a gente, é um ser particular e único e portanto insusceptível de conhecimento científico, o autor alarga-se neste livro pelos domínios da psiquiatria, da economia, da sociologia, da paleontologia e desenvolve até bastante a “lei da utilidade” por que passaram as sociedades primitivas e por que passa o homem moderno, esse novo primitivo. E o nosso autor, além de nos apresentar outros seres curiosos como Lathuille, Mascha ou o macaco Olympo, não deixa de formular princípios gerais, tais como: “tudo é actividade, actividade concentrada, forma”; “são desordem os vegetais... é desordem a vida dos homens”; “o que é vergonhoso é matar em grupo, a tal hora, em tal dia, em homenagem a certos princípios, à sombra de uma bandeira”. [...]»

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Emmène-moi au bout du monde!...

BLAISE CENDRARS

Paris, 1956
Éditions Denoël
1.ª edição (tiragem comum)
18,5 cm x 11,9 cm
304 págs.
exemplar manuseado mas muito aceitável; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu nome próprio Frédéric Louis Sauser, o aventureiro e escritor suíço é conhecido entre nós desde, pelo menos, a publicação em 1917 de um conjunto de poemas seus no Portugal Futurista. A sua atenção ao idioma português levou-o mesmo a pegar de frente o mais importante romance de Ferreira de Castro, A Selva, e, ao traduzi-lo para francês, a dar-lhe uma notável e invulgar volta, transformando-o numa peça literária merecedora de, a partir daí, voltar a ser trazida para português.
Da nota de contracapa:
«Pour la première fois dans son œuvre, Blaise Cendrars publie un roman ou le personnage central est une femme.
Comédienne vieillie, mais toujours triomphante, Thérèse va interpréter le rôle le plus étonnant de sa carrière: Madame l’Arsouille. C’est que ce rôle – ou presque – elle le joue quotidiennement dans l’existence. Aucune sensation, aucun vice ne lui est étranger. Ses amants, ses amis, se recrutent dans tous les milieux. Elle brûle non seulement les planches du Théâtre, mais celles de la Vie. Elle entraîne le lecteur parmi les drames, les jalousies, les rivalités des coulisses, et en même temps le fait pénétrer dans le Paris Interdit où souteneurs, drogués, artistes de génie, ratés, gens du monde et du demi se côtoient et sont mêlés, aujourd’hui à un fait divers crapuleux, demain à la plus brillante des générales. [...]»

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sexta-feira, julho 21, 2017

O Estado Actual da Causa Monarchica


C. [CARLOS] MALHEIRO DIAS

Lisboa, 1912-1913
Typographia Editora José Bastos
1.ª edição
25,8 cm x 19,6 cm
4 págs. + 324 págs.
ilustrado
encadernação coeva em meia-francesa com cantos em pele, gravação a ouro na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
120,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Grande Cagliostro


CARLOS MALHEIRO DIAS

Lisboa,
Livraria Bertrand
2.ª edição
19,4 cm x 13 cm
412 págs.
subtítulo: Novela romântica
sólida encadernação em meia-francesa com cantos em pele, gravação a ouro na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, julho 20, 2017

A Rua do Oiro



ALFREDO MESQUITA
capa de José Leite

Lisboa, 1905
Livraria Editora Viuva Tavares Cardoso
1.ª edição
18,7 cm x 12,2 cm
304 págs.
subtítulo: Romance Lisboeta
encadernação antiga em meia-inglesa com gravação a ouro na lombada
pouco aparado
conserva a capa anterior de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse na pág. 5
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Jornalista açoriano, os ideais da República e o seu amigo João Chagas levaram Alfredo Mesquita (1871-1931) à carreira diplomática. Como escritor, o seu estilo fluente de crónica de costumes deve muito, menos a Ramalho Ortigão – mais a Júlio César Machado.

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Terras de Hespanha


ALFREDO MESQUITA

Lisboa, 1898
Livraria de Antonio Maria Pereira
1.ª edição
19,3 cm x 12,9 cm
8 págs. + 224 págs.
encadernação editorial em tela com gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Jornalista açoreano, Alfredo Mesquita (1871-1931), também autor de Memórias de um Fura-Vidas, foi «[...] secretário da Liga Naval e, mais tarde, da Biblioteca da Marinha. Foi também secretário da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras de Lisboa e nesta qualidade participou em vários congressos da imprensa no estrangeiro. Após a implantação da República, e por influência de João Chagas, de quem foi amigo, Alfredo Mesquita entrou na carreira diplomática, exercendo funções consulares em Orense, Istambul e Roma de 1911 a 1919 e de secretário da Legação Portuguesa em Paris de 1919 a 1922, deixando-se ficar, depois, naquela cidade até ao fim dos seus dias.
[...] A crónica jornalística, em que se estreou ainda adolescente [...] era o campo literário que melhor quadrava ao seu génio e à sua expressão fluente e ágil e em que logo alcançou notoriedade, tornando-se, no seu género, um dos mais brilhantes jornalistas do fim do século XIX – começos do século XX. [...]»

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As Muralhas da Ribeira de Lisboa


AUGUSTO VIEIRA DA SILVA

Lisboa, 1900
Typographia do Commercio
1.ª edição
25 cm x 16,5 cm
304 págs. + 2 desdobráveis em extra-texto
ilustrado no corpo do texto em separado
encadernação em meia-inglesa, elegante gravação a ouro na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado, restauros na capa anterior da brochura e nos desdobráveis; miolo limpo
ostenta colado no ante-rosto o ex-libris do médico Gilberto Monteiro e as suas iniciais gravadas na lombada
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Dispersos



AUGUSTO VIEIRA DA SILVA

Lisboa, 1954, 1960 e 1982
Publicações Culturais da Câmara Municipal de Lisboa
1.ª edição (vols. I e II), 2.ª edição (vol. III)
3 volumes (completo)
21,8 cm x 16 cm
[464 págs. + 44 págs. em extra-texto + 9 desdobráveis em extra-texto] + [408 págs. + II págs. em extra-texto + 14 folhas em extra-texto + 4 desdobráveis em extra-texto] + [392 págs. + 21 folhas em extra-texto + 3 desdobráveis em extra-texto]
ilustrados no corpo do texto e em separado
exemplares estimados; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto do vol. I
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Augusto Vieira da Silva (1869-1951), engenheiro e olisipógrafo, a ele – do muito que Lisboa dele mereceu – deve-se-lhe a proposta de numeração das ruas. Orlando Ribeiro, ao caracterizar o seu trabalho confere-lhe o mérito de, sendo Vieira da Silva seguidor de Júlio de Castilho, ter ido mais longe, nomeadamente no tratamento científico das informações colhidas no terreno.

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Eugénio dos Santos Precursor do Urbanismo e da Arquitectura Moderna


PARDAL MONTEIRO

Lisboa, 1950
Publicações Culturais da Câmara Municipal de Lisboa
1.ª edição
25,8 cm x 19,4 cm
24 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Tratado da Majestade, Grandeza e Abastança da Cidade de Lisboa, na 2.ª Metade do Seculo XVI


JOÃO BRANDÃO (DE BUARCOS)
org. Anselmo Braamcamp Freire
pref. e notas de J. J. Gomes de Brito

Lisboa, 1923
Livraria Ferin, Editora
1.ª edição
29,5 cm x 21,3 cm
XVI págs. + 280 págs.
subtítulo: Estatistica de Lisboa de 1552
impresso sobre papel superior de linho
exemplar em bom estado de conservação, discreto restauro na lombada; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
PEÇA DE COLECÇÃO
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

Assim termina Gomes de Brito a sua Advertência Prévia:
«[...] Em uma palavra, João Brandão, com o seu prurido de cronista da sua Lisboa bem amada, inverteu ou não o significado dos factos que regista, classificando-os justamente ao inverso do que lhe cumpria?
Para nós, não há duas opiniões. Onde neste livro se lê “Majestade”, deveria antes lêr-se “Miseria”, onde se lê “Grandeza”, deveria lêr-se “Mesquinhez”; onde, finalmente, se lê “Abastança”, deveria lêr-se “Pobreza”.
O livro porêm, aí fica, e o leitor poderá fazer o seu juizo e apreciar quanto trabalho êle custaria ao seu autor, e quantas dificuldades foi necessário vencer para o comentar e esclarecer.»

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Fundaçaõ, | Antiguidades, e Grandezas | da mui Insigne Cidade | de Lisboa, | e seus Varoens Illustres | em Santidade, Armas, e Letras



LUIZ MARINHO DE AZEVEDO

Lisboa, 1753 (ambas as partes)
Na Officina de Manoel Soares (I. parte) / Na Officina de Domingos Rodrigues (II. parte)
[2.ª edição]
21 cm x 15,7 cm
2 partes [livros I e II + III e IV] enc. em 1 volume (completo)
I parte: para além da folha de ante-rosto, encasada mas não pertencente aos cadernos do miolo, tem 30 págs. (não numeradas: rosto, dedicatória, prólogo, catálogo dos autores e licenças) + 170 págs. (livro primeiro) + 118 págs. (livro II) + 2 págs. (advertência); II parte: 2 págs. (rosto) + 266 págs. (livros III e IV)
subtítulo: Catalogo | de feus Prelados, e mais coufas Ecclefiafticas, e Politicas até | o anno de 1147, em que foi ganhada aos Mouros por El-Rey | D. Affonfo Henriques. [...] Offerecida | á Fedelissima, e Augustissima | Magestade Del-Rey | D. Joseph I. | Nosso Senhor | por feu minimo vaffallo | Manoel Antonio | Monteiro de Campos [...]
encadernação antiga inteira em pele mosqueada com gravação a ouro na lombada, vinhetas de florália acentuando as nervuras
pouco aparado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, leve acidez do papel
ostenta na folha de ante-rosto uma assinatura de posse coeva, «He de Jeronymo Bernd.º Osorio de Castro   custou 500 reis em 24 de Junho de 1754»
carimbos da Quinta das Lágrimas de M. Osório no frontispício da I. parte e à margem da pág. 17 da mesma
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
750,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Diccionario Bibliographico Portuguez (tomo XVI [Brito Aranha], Imprensa Nacional, Lisboa, 1893):
«Parece que [Luiz] Marinho [de Azevedo] foi um dos redactores das primeiras gazetas publicadas em 1640, segundo uma nota manuscripta que se lia em um numero da Gazeta de 1641 existente na bibliotheca municipal do Porto. [...]
Acerca da obra [...] Primeira parte da fundação, antiguidades e grandezas da mui insigne cidade de Lisboa, etc., é necessario advertir o seguinte:
Ha d’esta obra duas edições totalmente diversas, ambas com a indicação de impressas em 1753, em 4.º.
Uma d’ellas não tem nome do impressor, e indica simplesmente no rosto: “A custa de Luiz de Moraes, mercador de livros á praça da Palha. Lisboa, 1753”. Com dedicatoria assignada por Luiz de Moraes a el-rei D. José I.
A outra tem no frontispicio: “Offerecida á fidelissima e augusta magestade de el-rei D. José I por Manuel Antonio Monteiro de Campos, e á sua custa impresso”. A primeira parte, ou tomo, é impressa em Lisboa na officina de Manuel Soares, 1753; e a segunda parte impressa tambem em Lisboa por Domingos Rodrigues, 1753.
Note-se que a dedicatoria a el-rei, assignada por Manuel Antonio Monteiro de Campos é sem a menor alteração a mesma que na outra edição se lê com a assignatura de Luiz de Moraes.
Note-se igualmente que as licenças para a impressão da publicada por Monteiro de Campos tem as datas de maio e junho de 1753; e as da que publicou Moraes são datadas de setembro do mesmo anno. E todavia é esta ultima que se declara [erradamente] no frontispicio: “Segunda edição correcta e emendada. A outra não tem declaração alguma, parecendo aliás que saíu primeiro. [...]
Innocencio possuia um exemplar da edição de Monteiro de Campos.
O conselheiro Figanière e Teixeira de Vasconcellos possuiam exemplares da de Moraes.
Foi este ultimo escriptor e illustre jornalista, um dos primeiros bibliophilos em notar as differenças das duas edições. [...]»
No plano cultural e científico, trata-se de uma rara descrição da história de Lisboa, com especial relevo para os estudos epigráficos, por ser testemunho de factos e fontes que o terramoto de 1755 veio destruir ou soterrar.

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Memoria sobre Chafarizes, Bicas, Fontes, e Poços Públicos de Lisboa, Belem, e Muitos Logares do Termo


JOSÉ SERGIO VELLOSO D’ANDRADE

Lisboa, 1851
Na Imprensa Silviana
1.ª edição
24 cm x 16,7 cm
8 págs. + 398 págs. + 5 desdobráveis (4 dos quais em extra-texto)
modesta encadernação antiga em tela e papel de fantasia com rótulos na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
peça de colecção
230,00 eur (IVA e portes incluídos)

«José Sergio Velloso de Andrade, Official arquivista da Camara Municipal de Lisboa, e hoje Administrador das obras das Aguas-livres, nomeado em 27 de Outubro de 1851. – N. em 1783, ao que pude colligir [...]
Esta Memoria, fruto de louvaveis e curiosas investigações, e abundante de noticias historicas e archeologicas, foi mandada imprimir á custa e por deliberação da Camara, sendo os exemplares entregues ao auctor, para d’elles dispor como lhe aprouvesse.
Segundo o que ouvi a pessoa conspicua e bem informada, o auctor aproveitou-se para ella em grande parte de subsidios que deixára preparados e dispostos o anterior archivista da Camara Joaquim Antonio Lucio dos Sanctos, que tivera primeiro o pensamento de colligir taes especies; e foi ainda coadjuvado pelo seu collega, empregado no archivo, Francisco Xavier da Rosa.» (Fonte: Inocêncio Francisco da Silva, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo V, Imprensa Nacional, 1860)

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Lisboa Antiga


JULIO DE CASTILHO

Lisboa, 1902 a 1904
Antiga Casa Bertrand – José Bastos
2.ª edição («Consideravelmente accrescentada»)
5 volumes (completo)
20 cm x 13 cm
[480 págs. + 4 folhas em extra-texto + 7 desdobráveis em extra-texto] + [408 págs. + 8 folhas em extra-texto] + [436 págs. + 19 folhas em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto] + [330 págs. + 7 folhas em extra-texto + 6 desdobráveis em extra-texto] + [448 págs. + 7 folhas em extra-texto]
ilustrados no corpo do texto e em separado
exemplares muito estimados; miolo limpo
assinaturas de posse nos ante-rostos
260,00 eur (IVA e portes incluídos)

Os vertentes cinco volumes são a ampliação do primeiro volume da edição primitiva, datada de 1879, cingindo-se, então como agora, no objecto em estudo, ao Bairro Alto.

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Memoria sobre as Fortificações de Lisboa


SÁ DA BANDEIRA, marquês e general

Lisboa, 1866
Imprensa Nacional
1.ª edição
22,6 cm x 14,7 cm
10 págs. + 116 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo (1795-1876), «[...] Visconde e primeiro Barão de Sá da Bandeira, Par do Reino, Moço Fidalgo da Casa Real por alvará de 21 de Agosto de 1823; Commendador da Ordem da Torre e Espada, condecorado com a Cruz de quatro campanhas da guerra peninsular, Grão‑Cruz das Ordens de Isabel a Catholica de Hespanha, de Leopoldo da Belgica, e do Salvador da Grecia, Grande Official da Legião de Honra de França: Ministro d’Estado Honorario, e actualmente [1858] dos Negocios da Marinha e Ultramar; Marechal de Campo; Director da Eschola do Exercito; e Presidente do Conselho Ultramarino, Socio da Acad. R. das Sc. [Academia Real das Ciências] de Lisboa etc. [...]
Foi posteriormente agraciado com o titulo de Marquez de Sá da Bandeira. É Conselheiro d’Estado effectivo, primeiro Ajudante de campo d’ElRei, e General de divisão promovido ainda com a denominação de Tenente‑general em 21 de Septembro de 1857. Além das condecorações honorificas já mencionadas, tem as Gran‑cruzes da Ordem de Francisco José de Austria, S. Gregorio Magno de Roma, da Rosa do Brasil, e de S. Mauricio e S. Lazaro da Italia; e a medalha n.º 9 das Campanhas da Liberdade. [...]
Neste livro, que contém mais do que o titulo inculca, acham‑se entre outras especies historicas e relativas ao assumpto, umas Observações sobre o estado do exercito portuguez, e vicissitudes por que tem passado desde 1807 [...].» (Fonte: Inocêncio Francisco da Silva, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomos I e VIII, Imprensa Nacional, Lisboa, 1858 e 1867)

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A Rua das Canastras


LUIZ PASTOR DE MACEDO

Lisboa, 1939
s.i. [ed. Autor ?]
1.ª edição
21,5 cm x 14,4 cm
104 págs.
subtítulo: Subsídios para a história das serventias públicas da freguesia da Sé de Lisboa
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Lisboa e os Seus Cronistas


LUIZ TEIXEIRA

Lisboa, 1943
Publicações Culturais da Câmara Municipal de Lisboa
1.ª edição
19,3 cm x 13,2 cm
66 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além da palestra proferida por Luís Teixeira no acto de entrega de um prémio literário ao escritor Luís Pastor de Macedo, é de crucial importância a longa resenha bibliográfica de «Algumas obras dos cronistas, dos estudiosos e dos poetas de Lisboa», que completa a vertente brochura, e cujas espécies nos são apresentadas distribuindo-se pelos séculos, com início no século XII.

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Reportagem


LUIZ TEIXEIRA
capa de Fred Kradolfer
ilust. Stuart Carvalhais e do autor

Lisboa, 1932
Edições Paulo Guedes
2.ª edição
18 cm x 13,5 cm
168 págs.
ilustrado no corpo do texto
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Textos de viagem por Lisboa, Madeira e Açores, em que Luís Teixeira (1904-1978), biógrafo oficial de Salazar e colaborador de António Ferro no Secretariado da Propaganda Nacional, mostra a sua argúcia no género jornalístico.

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Crónica dos Tempos Idos


LUIZ TEIXEIRA

Lisboa, 1954
Câmara Municipal das Caldas da Rainha (patroc.)
1.ª edição
18,8 cm x 13 cm
40 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve memória cultural da Caldas da Rainha, sob a forma de conferência proferida pelo autor no Rotary Clube da localidade.

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Relatorio Sobre o Cadastro


ANTONIO JOSÉ D’AVILLA

Lisboa, 1848
Na Imprensa Nacional
2.ª edição («correcta e augmentada»)
22,3 cm x 16 cm
118 págs.
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Numa altura em que gente tão obviamente inteligente e responsável pelos destinos da nação não se inibe de encher o recinto mediático com opiniões e palpites acerca daquilo que ignora (porque se não o ignorasse não teríamos chegado onde chegámos!), dá-se aqui uma achega bibliófila para o relaxado debate deste Verão. O tema – desviando as atenções dos responsáveis pelo desbaratar de recursos e meios ano após ano –, o tema agora é: o cadastro! Ora bem, por razões que se prendiam com o colapso das estruturas económicas e sociais do país durante as lutas liberais, e concomitante barafunda na verificação da propriedade privada do território, já o duque de Ávila (1807-1881) afirmava constituir o Cadastro a única base, sem a qual «[...] será absolutamente impossivel repartir com igualdade o imposto predial, [...] resolver o problema de fazer com que os povos paguem menos, e o Thesouro receba mais, [...] garantir a propriedade a seu legitimo possuidor, fazendo cessar, ou pelo menos diminuir consideravelmente o numero espantoso de questões, a que esta dá origem, acabar em fim o deficit e a agiotagem, e pôr os capitaes em liberdade, para procurarem emprego nas emprezas de interesse material, que em tão larga escala se offerecem no nosso Paiz, aonde tudo está por fazer, aonde só faltam a vontade do homem, e as instituições adquadas [...].»

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O Cadastro


TAVARES D’ANDRADE

Mafra, 1926
Tipografia Liberty
1.ª edição
16,6 cm x 11,5 cm
96 págs.
subtítulo: O cadastro rural – A carta agricola – O levantamento parcelar – O cadastro ciclografico – A fotogrametria aerea e o Bom-senso
cartonagem editorial com gravação a ouro na pasta anterior
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Historia da Luzitania e da Iberia [...]


JOÃO BONANÇA

Lisboa, 1891
Imprensa Nacional
Empresa da Historia da Luzitania e da Iberia
1.ª edição [única]
volume I [único publicado apesar de na contracapa ser anunciado o volume seguinte]
29 cm x 20 cm [in 4.º]
2 págs. + 900 págs. + 2 págs. + 5 folhas em extra-texto
subtítulo: [...] Desde os Tempos Primitivos ao Estabelecimento Definitivo do Dominio Romano. Parte fundada em documentos até ao presente indecifraveis
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

O autor, que chegou a ser candidato republicano à presidência, começou por fazer-se notar enquanto redactor de artigos em prol da abolição da pena de morte, do casamento civil ou da liberdade de imprensa, causas que mereceram o apoio de Alexandre Herculano [fonte: Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. II, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1990]. Na vertente obra, de crucial importância para a compreensão geológica, paleontológica e histórica da Península Ibérica, dá-se pela primeira vez conta de um olhar científico, e sem complexos, do homem moderno sobre aquilo que o rodeia. Faz parte do legado da burguesia do século XIX, enquanto classe empreendedora e, ainda, motor da História.
Sublinhe-se um detalhe inédito, ou pelo menos raro, de ordem tipográfica: a utilização da própria lombada do volume para anunciar as modalidades de comercialização do mesmo.

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terça-feira, julho 18, 2017

O Sol É Cego


CURZIO MALAPARTE
trad. e pref. Marques Gastão
capa e ilust. Lima de Freitas

Lisboa, 1972
Edição «Livros do Brasil»
[1.ª edição]
21 cm x 14,3 cm
272 págs.
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação, contracapa suja; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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