quarta-feira, janeiro 18, 2017

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


Historia de la Dominacion de los Arabes en España


JOSE ANTONIO CONDE

Madrid, 1820-1821
Imprenta Que Fue de Garcia
1.ª edição
3 volumes (completo)
21,5 cm x 15,7 cm
[XXIV págs. + 636 págs.] + [4 págs. + 456 págs.] + [XX págs. + 268 págs. + 6 folhas em extra-texto (gravuras)]
ilustrado
encadernações homogéneas coevas com lombadas e cantos em pele, rótulos um pouco gastos
corte mosqueado
exemplares muito estimados; miolo limpo, papel sonante, boas margens
antiga assinatura de posse no cabeçalho do primeiro capítulo
PEÇA DE COLECÇÃO
800,00 eur (IVA e portes incluídos)

Notável primeira história da presença muçulmana na Península Ibérica. José António Conde (1766-1820) foi arabista e tradutor, conservador da Biblioteca do Real Mosteiro de São Lorenço do Escorial, académico de mérito, tendo nesta qualidade ocupado o cargo de antiquário na Academia Real de História em 1804. Ficou conhecido sobretudo pela vertente História..., publicada postumamente, de que só o primeiro volume foi preparado e corrigido pelo autor, tendo os seguintes sido elaborados por Juan Tineo, mediante o original deixado por António Conde.

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Kitab-us-Salat


[IBN RUSCHD, org.]

Lourenço Marques, 1387 [1967]
Edição de Ibn Ruschd
1.ª edição
20 cm x 13,3 cm
2 págs. + 48 págs.
exemplar como novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro de oração, coligindo as principais orações extraídas do Corão.

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Vinte Capítulos do Alcorão


SULEIMAN VALY MAMEDE (trad.)

Lisboa, 1977
Comunidade Islâmica de Lisboa
2.ª edição
bilingue árabe / português
27,2 cm x 18 cm
28 págs.
impresso sobre papel superior, acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui a tradução do 1.º e dos capítulos 96.º a 114.º, feita no sentido de divulgar entre nós a doutrina islâmica ou muçulmana, «[...] que é actualmente seguida por mais de setecentos milhões de seres humanos, em todo o mundo, dos quais cerca de três milhões e meio são de expressão portuguesa, nomeadamente em Moçambique, Guiné-Bissau, Brasil, Timor-Leste, Macau e Portugal» (da Nota Prévia do tradutor).

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Mohammed et l’Amour


FERDINAND DE MARTINO

Paris, 1947
Éditions Self [Société d’Éditions Littéraires Françaises]
1.ª edição
texto em francês
28,5 cm x 22,5 cm
118 págs.
impresso a três cores e ilustrado com cabeçalhos e vinhetas alusivas à civilização árabe
exemplar estimado, restauro tosco na lombada; miolo limpo
é o n.º XLVI de uma tiragem de apenas 50 exemplares fora do mercado impressos sobre velino verde
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma leitura historicista do Corão, na tentativa de mostrar a verdadeira vida sensual e licenciosa do «senhor de Medina», «[...] Car dans la société aux mœurs désordonnées où il vécut et dont son admirable génie devait faire le berceau d’une civilisation, la volupté ne dissimule nullement ses exploits. [...]».

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O Homicídio no Direito Muçulmano


FRANCISCO JOSÉ VELOZO

Braga, 1952
Livraria Cruz & C.ª, Ld.ª
1.ª edição
23,6 cm x 18 cm
60 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
ocasionais carimbos da Biblioteca da Sociedade de Língua Portuguesa
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Dissertação de licenciatura apresentada em 1940 na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, cuja orientação o autor – Francisco José de Abreu Fonseca Veloso, então aluno – deveu a Marcelo Caetano.

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O Islão na Índia


EDUARDO DIAS

Lisboa, 1942
Livraria Clássica Editora – A. M. Teixeira & C.ª (Filhos)
1.ª edição
19 cm x 12,3 cm
112 págs.
subtítulo: [na capa] A Índia Fabulosa da Antigüidade – As Invasões Primitivas e a Expansão Muçulmana – A Era Portuguesa – Bismarck e a Inglaterra – As Doutrinas de Gandi – As Castas e os Párias – Atitude da Índia Perante a Gran-Bretanha no Conflito Universal; [no frontispício] A Expansão Muçulmana – A Era Portuguesa – A Penetração Britânica – Índia, a Sereia Oriental
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Les Mille et Une Nuits





[ANTOINE] GALLAND, trad.
ilust J. Cura

Paris, 1947
Éditions Athêna
1.ª edição [nesta forma]
26,1 cm x 20,4 cm
8 págs. + 2.000 págs. + 9 folhas em extra-texto
subtítulo: Contes Arabes
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
impresso sobre papel superior Impérial tipo-bíblia
encadernação inteira em veludo
não aparado
conserva as capas de brochura e a lombada
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
é o n.º 335 de uma tiragem limitada a 495 exemplares
PEÇA DE COLECÇÃO
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

O nome de Antoine Galland (1646-1715), orientalista reconhecido, ficou inscrito na cultura universal por esta sua tradução de As Mil e Uma Noites, cuja publicação em doze volumes se estendeu pelos primeiros anos do século XVIII. Tomava-se, assim, pela primeira vez na Europa, conhecimento da existência de um imaginário sensual riquíssimo, com origem na tradição popular do Médio Oriente e das regiões sul-asiáticas, muito diferente da ideia distorcida então reinante do que deveria ser o “bárbaro mundo muçulmano”. Embora nos tenha chegado a partir dos registos árabes, a sua mensagem colhe fruto quer no folclore indiano, quer no persa. O Ocidente não mais iria esquecer Xerazade, a narradora, que sobrevive à “violência doméstica” por artes de ir contando ao seu esposo, o cruel rei persa Xariar, noite após noite, histórias maravilhosas.

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Thèmes et Motifs des Mille et Une Nuits


NIKITA ELISSÉEFF

Beirute, 1949
Institut Français de Damas
1.ª edição
25,2 cm x 17,6 cm
8 págs. + 244 págs. + 3 desdobráveis (grande formato) em extra-texto
subtítulo: Essai de Classification
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nascido em São Petersburgo, herói da Resistência francesa, Nikita Elisséeff (1915-1997) diplomou-se em árabe na Escola Prática de Altos Estudos, onde estudava epigrafia, arquitectura e história muçulmana medieval. Foi precisamente este trabalho a sua tese, que continua de grande utilidade para a compreensão dessa obra-prima da cultura universal, que é As Mil e Uma Noites.

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Cartas do Japão


WENCESLAU DE MORAES

Lisboa, s.d. [1927]
Portugal-Brasil Sociedade Editora de Arthur Brandão & C.ª
1.ª edição
3 tomos (completo) enc. em 1 vol.
19,3 cm x 13,4 cm
[316 págs. + 1 folha em extra-texto] + [212 págs. + 1 folha em extra-texto] + [164 págs. + 1 folha em extra-texto]
subtítulos: I – 2.ª serie – 1907-1908; II – 2.ª serie – 1909-1910; III – 2.ª serie – 1911-1913 *
luxuosa encadernação artística com lombada em pele gravada a ouro e pastas em pano de fantasia
aparados e carminados somente à cabeça
conservam todas as capas de brochura
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
240,00 eur (IVA e portes incluídos)

Venceslau de Morais (1854-1929) dá-nos aqui um notável testemunho da sua presença e observação de uma época e de um lugar, na sua história e nas suas gentes. Resta sublinhar que substancial parte da obra do escritor é constituída precisamente por vastos grupos epistolográficos, em que a vida do Oriente, com especial destaque para o Japão, nos é transmitida pela sua pena nostálgica.

* A distribuição das três séries de Cartas do Japão, num total de 6 volumes, encontra-se erradamente indicada na Fotobiografia de Wenceslau de Moraes organizada e anotada por Daniel Pires (Fundação Oriente, Lisboa, 1993), lapso que veio desde então a propagar-se por todo o género de folhetos, programas e vária, sendo assim a correcta forma: [1.ª série (2 volumes):] Cartas do Japão – Antes da Guerra (1902-1904) e Cartas do Japão – Um Anno da Guerra (1904-1905); [2.ª série (3 volumes):] Cartas do Japão I – 2.ª serie (1907-1908), Cartas do Japão II – 2.ª serie (1909-1910) e Cartas do Japão III – 2.ª serie (1911-1913); [3.ª série (1 volume):] A Vida Japoneza – Terceira serie de Cartas do Japão (1905-1906).

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Dai-Nippon



WENCESLAU DE MORAES

Lisboa, 1923
Seara Nova
2.ª edição
23,8 cm x 15,2 cm
XXIV págs. + 304 págs.
subtítulo: O Grande Japão
bonita encadernação de amador com lombada em sintético gravado a ouro e pastas em tela com motivos de florália oriental
não aparado
conservas as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse na pág. V
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Fernão Mendes Pinto no Japão [fac-símile do manuscrito]



WENCESLAU DE MORAIS
pref. Ângelo Pereira

Lisboa, 1942
s.i. [ed. Ângelo Pereira]
1.ª edição
35 cm x 25,1 cm
44 págs + 1 folha (tarjeta) em extra-texto
encadernação recente inteira em pele com gravação a ouro e rótulo decoratico de seda adamascada na pasta anterior
por aparar, conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo, in-4.º por abrir, muito ocasionais pintas de acidez
é o n.º 49 de uma edição de apenas 50 exemplares em papel pluma, numerados e autenticados por Ângelo Pereira, de que o vertente se destinou a Pedro de Andrade
PEÇA DE COLECÇÃO
425,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial:
«Quando em 1916 a Europa e quási todo o mundo se exauriam numa luta sangrenta, Wenceslau de Morais na sua remansosa tebaida de Tokushima saboreava com prazer, mesmo com volúpia, a leitura duma velha edição da famosa obra de Fernão Mendes Pinto “Peregrinação”.
Wenceslau de Morais, segundo êle próprio confessava, preferia ler as primeiras edições dos nossos clássicos.
Sob a exuberante verdura que engrinaldava o alpendre da sua modestíssima mansão, o monge de Tokushima evocava, através da emocionante narrativa do caminheiro português, a vida aventurosa que êle tinha levado em terras longínquas e misteriosas do Dai-Nippon. Desde logo, germinou no espírito fascinante de Wenceslau de Morais a ideia de escrever “um trabalhinho a propósito de Mendes Pinto” que o “Comércio do Pôrto” publicou por alturas de 1920, fazendo, a seguir, sem prévia aquiescência do autor, uma “separata” de reduzidíssima tiragem. Esta deliberação do Director daquêle jornal portuense não foi vista com bons olhos por Wenceslau de Morais que desejava, antes de aparecer em volume o que tinha escrito sôbre Mendes Pinto, fazer uma revisão cuidada e ampliar a despretensiosa narrativa, expurgando-a de incorrecções, sobretudo ortográficas, pois que Morais detestava a ortografia moderna.
[...] Daí o azedume com que acolheu o opúsculo “Fernão Mendes Pinto no Japão”, semeado de gralhas e mal impresso, que o “Comércio do Pôrto” se apressou a fazer-lhe chegar às mãos. [...]»
A vertente edição fac-similada de um manuscrito encontrado no espólio de Wenceslau de Morais, após a sua morte, testemunha a revisão final que o escritor teve em mente, destinada a uma hipotética nova impressão, que nunca chegou a conhecer os prelos.

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Páginas Africanas


WENCESLAU DE MORAES

s.l., s.d. [Porto, circa 1952]
Editorial Cultura [Petrus (Pedro Veiga)]
1.ª edição
19,7 cm x 13,4 cm
210 págs.
requintadamente ilustrado
composto manualmente
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, pontualmente por abrir
é o n.º 19 da tiragem especial em papel azul numerada e assinada pelo Editor
PEÇA DE COLECÇÃO
125,00 eur (IVA e portes incluídos)

É das primeiras e, ainda hoje, das melhores reuniões temáticas de dispersos do Autor. Documentos que o editor fez enquadrar por detalhada bibliografia enriquecida por nótulas «descritivas, críticas, anedóticas, íntimas e epistolares». São ainda chamados à homenagem, entre outros, Fialho de Almeida, Fidelino de Figueiredo, Castelo Branco Chaves, Afonso Lopes Vieira, Joaquim Manso, Vitorino Nemésio, Jaime do Inso, Castro Soromenho, etc. O volume é invulgarmente bonito: um modelo gráfico de paginação, dos que tornam ainda mais evidente o actual e generalizado mau gosto propalado pelos editores.

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Os Serões no Japão



WENCESLAU DE MORAES

Lisboa, s. d. [1926]
Portugal-Brasil, Sociedade Editora
1.ª edição
19,4 cm x 12,4 cm
228 págs.
profusamente ilustrado a preto e branco no corpo do texto
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, por abrir
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Um apontamento de Wenceslau fac-similado, em abertura ao livro, diz-nos tratar-se este de uma reunião de artigos seus para a revista Serões de Lisboa. É-nos dado ler, a dado passo, a título de exemplo da finura da sua observação do Oriente:
«[...] Os dirigentes japonezes almejavam por estabelecer em bases firmes o commercio do paiz com o Occidente, no proposito de engrandecel-o pela industria e pelos progressos adquiridos; mas não podiam admitir tamanha influencia moral, exercida por estranhos [refere-se aos cristãos], tendente á desintegração da familia japoneza, ao fanatismo, á oppressão religiosa, á inquisição e certamente, como remate, ao dominio politico dos brancos no solo dos Mikados. A opinião é correntia, entre os modernos escriptores occidentais mais competentes, que o perigo jesuita foi uma das mais ameaçadoras conjuncturas que hão posto em risco a independencia japoneza, durante a longuissima existencia da nação. [...]»

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O «Bon-odori» em Tokushima




WENCESLAU DE MORAES
[prefácio de] Bento Carqueja

Porto, s.d. [1929, ano da morte acidental do Autor]
Companhia Portuguesa Editora, Ld.ª
2.ª edição
19,2 cm x 12,3 cm
288 págs. + 2 folhas em extra-texto
subtítulo: Caderno de Impressões Intimas
ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar estimado; miolo limpo, pequena mancha de ressumo de cola no canto superior direito da capa
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro de crónicas do Japão com elementos autobiográficos, de história e cultura local, e um importante testemunho acerca da festa dos mortos. Todavia, já em 1915 – um ano antes da sua primeirra publicação – ele «Confessa ter escrito O “Bon-odori” em Tokushima “muito à pressa, como que de empreitada”. [...] Na sua opinião [...] é um livro medíocre e foi publicado crivado de gralhas. [...] Em carta endereçada a José Simões Pires, considera que no Bon-odori em Tokushima existem “passagens que nem eu, já esquecido do que escrevi, as entendo. [...]» (Daniel Pires, Wenceslau de Moraes – Fotobiografia, Fundação Oriente, Lisboa, 1993)

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Ó-Yoné e Ko-Haru


WENCESLAU DE MORAES

Porto, 1923
A «Renascença Portuguesa»
1.ª edição
19 cm x 12,3 cm
288 págs. + 1 folha em extra-texto
capa impressa a negro sobre papel tipo “manteigueiro” com cromo colado
exemplar estimado; miolo limpo
peça de colecção
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Data de 1913 o pedido de demissão de todos os cargos oficiais e profissionais que Wenceslau mantinha no Japão, quer como oficial da Marinha quer como cônsul em Kobe. Data também de 1913 o seu encontro em Tokushima com Ko-Haru, sobrinha da já então falecida Ó-Yoné, dando-se aqui o início da transformação radical, da niponização do escritor. Irá perder esta sua serviçal volvidos três anos, devido a doença pulmonar. Assim, o livro constitui um comovente hino ao Japão, sob o olhar doce, pacífico, tolerante, de um português de costas voltadas para a selvajaria da Europa.

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A Paixão Chinesa de Wenceslau de Moraes


DANILO BARREIROS
pref. Tereza Sena
capa de Pedro Barreiros

Macau, 1990
Instituto Português do Oriente
2.ª edição
24,2 cm x 18 cm
82 págs.
profusamente ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Leopoldo Danilo Barreiros (1910-1994), tendo nascido em Lisboa, radicou-se em Macau em 1933, pelo que se tornou um importante defensor e promotor da cultura oriental, destacando-se os seus breves apontamentos acerca de Wenceslau de Moraes e de Camilo Pessanha. O vertente, trata-se de uma das mais interessantes perspectivas sobre a vida do «exilado de Tokushima», mas também daquele que, além do Japão, amou através de uma «rapariga de 15 anos, a Atchan [nome familiar de Vong-Ioc-Chan] com quem viveu intimamente», amou uma cultura chinesa não menos perturbante do que a nipónica.

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As Obras Completas de Sally Mara


RAYMOND QUENEAU
trad. Luiza Neto Jorge
capa de Alfredo Martins

Lisboa, s.d.
Editora Ulisseia Limitada
1.ª edição
18,5 cm x 13,2 cm
364 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Ligado fugazmente ao movimento surrealista francês, Raymond Queneau (1903-1976) notabilizar-se-á mais pelo seu cínico humor do que pelas aventuras aleatórias da escrita automática. Sally Mara, diz-nos o texto promocional na badana, «[...] uma rapariga de linguagem estranha, com efeitos subtis e pensamentos quase escabrosos, que se descobre e descobre o mundo através de uma pessoal experiência. Nas três partes do livro, Queneau diverte-se a imaginar (e a pôr em prática) as várias funções da vida de uma adolescente irlandesa, que não conhece o valor e sentido das palavras, que no dia-a-dia da sua “descoberta” vai encontrando a imagem do mundo, dos homens, dos objectos, etc. [...]»

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segunda-feira, janeiro 16, 2017

A Velha Casa – Uma Gota de Sangue | As Raízes do Futuro | Os Avisos do Destino | As Monstruosidades Vulgares | Vidas São Vidas





JOSÉ RÉGIO
capas de Bernardo Marques, Paulo-Guilherme, João da Câmara Leme, et alli

Lisboa, Porto, Vila do Conde, Lisboa e Porto, 1945, 1947, s.d. [1953], s.d. [1960] e 1973
Editorial Inquérito Limitada | Editora Educação Nacional de Adolfo Machado | Edições Ser | Portugália Editora | Brasília Editora
1.ª edição (todos, excepto o 5.º vol., 2.ª edição)
5 volumes (completo)
20,2 cm x 13,9 cm
328 págs. + 304 págs. + 460 págs. + 368 págs. + 488 págs.
exemplares muito estimados; miolo limpo, por abrir os vols. 2 e 5
PEÇA DE COLECÇÃO
240,00 eur (IVA e portes incluídos)

O último volume, ao contrário da sua edição primitiva, de 1966, inclui pela primeira vez os Rascunhos para o 6.º volume de A Velha Casa. Considerada, este conjunto de romances de José Régio (1901-1969), a obra em que «[...] o psicologismo e misticismo de Régio parecem evoluir no sentido de um moralismo idealista, e [em que] a confidência romanceada de fundo autobiográfico apresenta um certo ar de apologia contra a crítica neo-realista, ou de doutrinação muito explícita [...].» (Fonte: António José Saraiva / Óscar Lopes, História da Literatura Portuguesa, 15.ª ed., Porto Editora, 1989)

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Davam Grandes Passeios aos Domingos...


JOSÉ RÉGIO
capa de Fred Kradolfer

Lisboa, 1941
Editorial “Inquérito”, L.da
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
80 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Davam Grandes Passeios aos Domingos...


JOSÉ RÉGIO
capa e ilust. Lima de Freitas

Lisboa, s.d. [1962]
Editorial Inquérito, Lda.
2.ª edição (1.ª edição ilustrada)
16,8 cm x 12,4 cm
120 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Guia-Album da Costa do Sol – Os Estoris-Cascais


ANÓNIMO
capa de Luiza

Lisboa, s.d. [1929]
Edição da Sociedade de Propaganda da Costa do Sol / Casa Ventura Abrantes – Livraria Editora
[1.ª edição]
quadrilingue português – francês – castelhano – inglês
16,8 cm x 12,4 cm
104 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
subtítulo: Estancias de turismo – Belezas naturais – Um pouco de historia.
profusamente ilustrado
capa impressa a uma cor, sobrecapa polícroma
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Portugal – Lembrança de Monte-Estoril



[s.l., s.i., s.d. (anterior a 1937)]
17,7 cm x 23,7 cm (oblongo)
20 págs. (impressas apenas na frente)
subtítulo: S. R. [?] 10 Vistas
capa impressa a dourado
miolo impresso a rotogravura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto de fotografias locais onde podemos apreciar um Monte-Estoril mítico, anterior à construção da Marginal, há muito desaparecido.


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Cascais



FERREIRA DE ANDRADE
capa de Leonel Lourenço
desenhos de Jorge Pinto

Lisboa, 1966
Editorial Publicações Turísticas
[1.ª edição ?]
edição em português, francês, inglês e alemão
n.º 13 da Colecção Turismo
16,7 cm x 12,3 cm
138 págs. + 1 desdobrável em extra-texto + 8 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado a preto e a cor
impresso em rotogravura
exemplar como novo; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Cascais e Seus Lugares


Lisboa, Dezembro de 1958
Revista de Cultura e Turismo, n.º XIV
dir. Presidente da Junta de Turismo da Costa do Sol [Joaquim Miguel de Serra e Moura]
capa de Bernardo Marques
1.ª edição [única]
25,1 cm x 19,5 cm
104 págs. + 28 págs. em extra-texto (reproduções fotográficas) + 2 desdobráveis em extra-texto
exemplar estimado, sinais de traça na contracapa; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Número temático da referida revista, que inclui o Plano de Actividade Turística da Câmara Municipal de Cascais, para o ano de 1959. O grande interesse neste documento, contudo, para além de uma meia dúzia de elogios à região, reside na curiosa documentação fotográfica que o ilustra. Aí temos, por exemplo, as exposições artísticas da temporada, a vela e o hipismo, e, como não poderia deixar de ser, os desfiles de moda, etc., etc. Outra curiosidade do vertente número é o dossier relativo ao cortejo presidencial de Américo Tomás, de Belém até Cascais.

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A Questão das Raças


SÉRGIO AUGUSTO VIEIRA
pref. Quintiliano Saldaña e Manuel de Burgos y Mazo

Porto, 1936
Edições Maranus
1.ª edição
19,2 cm x 12,8 cm
36 págs.
subtítulo: A absurda e insustentável concepção do racismo
exemplar estimado; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Sérgio Augusto Vieira (1908-?) foi jornalista e escritor, esteve ligado aos periódicos Pensamento (1930-1940) e Revista do Norte (1955). A sua posição relativamente ao racismo mereceu, em Outubro de 2014, a inclusão desta sua obra na bibliografia do blog oficial da Jewish Community of Oporto.

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Raça e Nacionalidade


MENDES CORRÊA

Porto / Rio de Janeiro (Brasil), 1919
Renascença Portuguesa / Luso-Brasiliana
1.ª edição
19 cm x 12,4 cm
192 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
ostenta colado no verso da capa o ex-libris de José Coelho
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto:
«[...] Uma desastrada confusão se estabeleceu entre Antroposociologia e pangermanismo, e dessa confusão provém em grande parte o desfavor com que até nos meios mais cultos déla se fala. Como todos os grandes impérios da história, o império alemão ha de desaparecer mais cedo ou mais tarde na voragem exterminadora das maiores ambições humanas [...], e a antroposociologia ficará de pé, porque como sciência biosociológica éla mesma proclama a evolução dos povos e a instabilidade das organisações sociaes, mesmo das mais fortes e menos sujeitas a influências dissolventes e abastardantes. [...]»
O antropólogo e médico Mendes Correia (1888-1960) opunha-se assim à corrente germanófila então dominante, num livro vindo a lume volvido um ano sobre o assassinato do seu mais claro representante: Sidónio Pais.

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sábado, janeiro 14, 2017

A Erva Canta



DORIS LESSING
trad. Daniel Gonçalves
capa de Paulo-Guilherme

Lisboa, s.d.
Editora Ulisseia Limitada
[s.i.]
19,1 cm x 13,3 cm
260 págs.
exemplar como novo, sem qualquer quebra na lombada
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Prémio Nobel em 2007, este seu livro de 1950 encena, na à época denominada Rodésia, «[...] um conflito dos nossos dias, entre negros e brancos [...]»... É uma África admiravelmente vista do lugar de uma escritora comunista inglesa.

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Revolução do Jazz



JORGE LIMA BARRETO
dir. graf. Armando Alves

Porto, 1972
Editorial Inova Limitada
1.ª edição [única]
19,6 cm x 14,1 cm
380 págs. + 8 págs. em extra-texto
ilustrado em separado
catálogo da editora impresso no verso da capa
exemplar como novo, sem qualquer quebra na lombada
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Sob a pesada influência das leituras e dos métodos ensaísticos do estruturalismo, o músico Jorge Lima Barreto legou-nos o mais importante livro de divulgação da música negro-americana, no momento em que o free jazz, a new thing e as correntes etno se expandiam. Miles Davies, à cabeça, mas ainda Eric Dolphy, Don Cherry, Roswell Rudd, Pharoah Sanders, Ornette Coleman ou o notável vibrafonista Karl Berger, faziam jus ao aduzido por Lima Barreto.

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Quero Entender o Mundo


[FRANCISCO] KEIL DO AMARAL

Lisboa, Março de 1974
Iniciativas Editoriais
1.ª edição
21 cm x 13 cm
240 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Arquitectura e a Vida


FRANCISCO KEIL DO AMARAL

Lisboa, 1942
Edições Cosmos
1.ª edição
19,4 cm x 13,5 cm
128 págs. + 8 págs. em extra-texto
ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do texto de abertura:
«[...] As boas obras de Arquitectura representam, pois, a mais harmoniosa conjugação dos conhecimentos técnicos com o expoente de Arte atingido em determinado momento. Mas ainda não é tudo. Traduzem também os próprios ideais, a cultura e a maneira de viver dos povos.
Por isso, em todos os tempos, ficaram como índice atestador do grau de Civilização. [...]
A evolução da Arquitectura encontra-se, de-facto, tão intimamente ligada à evolução da Humanidade, que ela constitue o seu perfeito reflexo. Acompanha-a tão fielmente, traduz-lhe de tal modo as grandezas e misérias, que bem se pode considerar o conjunto dos edifícios construídos através dos tempos como a representação plástica da própria História Universal. [...]»

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sexta-feira, janeiro 13, 2017

Mákua



aa.vv.

Sá da Bandeira (Angola), 1962-1963
Publicações Imbondeiro
1.ª edição
números 1, 2 e 3
21,5 cm x 15,7 cm
62 págs. + 64 págs. + 84 págs.
subtítulo: Antologia Poética
exemplares estimados; miolo limpo
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Sob a orientação dos editores da Imbondeiro, Garibaldino de Andrade e Leonel Cosme, reúnem estes volumes poetas de referência para a cultura angolana de língua portuguesa, como sejam Tomaz Vieira da Cruz, Eduardo Teófilo, Lília da Fonseca, Alda Lara, Ovídio Martins, Teobaldo Virgínio, Agostinho Neto, Alexandre Dáskalos, Alfredo Margarido, etc.

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Antologia da Ficção Cabo-Verdiana Contemporânea [junto com] Modernos Poetas Cabo-verdianos


BALTASAR LOPES, org.
JAIME DE FIGUEIREDO, org.
pref. Manuel Ferreira e António Aurélio Gonçalves [a]

Praia (Cabo Verde), 1960 e 1961
Edições Henriquinas – Achamento de Cabo Verde
1.ª edição [única, ambos]
[24 cm x 16,9 cm] + [23,4 cm x 16,4 cm]
[XXXII págs. + 432 págs.] + [XLII págs. + 200 págs.]
exemplares muito estimados; miolo limpo, [b] por abrir
PEÇA DE COLECÇÃO
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

São antologiados e sucintamente biografados os escritores ilhéus: [a] António Aurélio Gonçalves, Baltasar Lopes, Francisco Lopes, Gabriel Mariano, Henrique Teixeira de Sousa, Jorge Barbosa, Manuel Lopes, Pedro Duarte e Virgílio Pires; e [b] Jorge Barbosa, Manuel Lopes, Osvaldo Alcantara, Pedro Corsino Azevedo, António Nunes, Aguinaldo Fonseca, Guilherme Rocheteau, Nuno Miranda, Arnaldo França, Tomaz Martins, Yolanda Morazzo, Ovídio Martins, Virgínio Nobre de Melo, Gabriel Mariano, Terêncio Anahory, Corsino Fortes, Jorge Pedro Barbosa, Onésimo Silveira, João Vário e António Mendes Cardozo.

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O Fim do Mundo no Ano 2000


JOÃO PAULO FREIRE (MARIO)
capa de Eduardo Faria

Braga, 1927
Raúl Guimarães & Gualdino Correia – «Casa do Globo»
1.ª edição
19,5 cm x 12,7 cm
176 págs.
subtítulo: A prophecia de S. Malachias. – A sua realisação atravez os tempos. – Os ultimos papas.
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, janeiro 12, 2017

A Natureza e a Humanidade em Perigo


C. [CARLOS] M. [MANUEL] L. [LEITÃO] BAETA NEVES

Lisboa, 1970
Secretaria de Estado da Agricultura – Direcção-Geral dos Serviços Florestais e Aquícolas
1.ª edição
2 volumes
23,2 cm x 16,3 cm
[XIV págs. + 242 págs. + 1 folha em extra-texto] + 372 págs.
subtítulos: volume I – A Protecção da Natureza em Portugal e no Mundo
profusamente ilustrados; volume II – Causas e Efeitos da Destruição da Natureza
exemplares estimados; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Carlos Manuel Leitão Baeta Neves (1916-1992), membro da Junta da Fundação da Casa de Bragança, distinguiu-se como professor e cientista, dando início aos estudos da Natureza sob o ponto de vista ecológico. Foi, como tal, o fundador da Liga para a Protecção da Natureza.

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Collecção de Observações Grammaticaes sobre a Lingua Bunda ou Angolense e Diccionario Abreviado da Lingua Congueza



BERNARDO MARIA DE CANNECATTIM, frei

Lisboa, 1859
Imprensa Nacional
2.ª edição
21,5 cm x 15,7 cm
2 págs. + XVIII págs. + 178 págs.
modesta encadernação antiga em tela e papel marmoreado
aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo irrepreensível
220,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Gramática Umbundu


JOSÉ FRANCISCO VALENTE, padre

[Porto (local de impressão)], 1964
Instituto de Investigação Científica de Angola
1.ª edição
22,2 cm x 14,4 cm
432 págs.
subtítulo: A Língua do Centro de Angola
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
135,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Diccionario Teto – Português


RAPHAEL DAS DORES
pref. A. R. Gonçalves Viana

Lisboa, 1907
Imprensa Nacional
1.ª edição
23,4 cm x 14,8 cm
XII págs. + 248 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
115,00 eur (IVA e portes incluídos)


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