segunda-feira, agosto 31, 2015

Horizontes Fechados



RAUL REGO

Lisboa, 1969
ed. Autor
1.ª edição
19,5 cm x 12,5 cm
248 págs.
subtítulo: Páginas de Política
exemplar estimado, apresentando a lombada sinais da continuada acção da luz; miolo limpo, por abrir
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089

O Último Regimento da Inquisição Portuguesa



RAÚL RÊGO [introdução e actualização]

Lisboa, 1971
Edições Excelsior
[1.ª edição (do texto actualizado)]
19,8 cm x 14,6 cm
238 págs.
exemplar em bom estado de conservação
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota introdutória de Raúl Rêgo:
«[...] este código inquisitorial que, em muito breve, completará dois séculos. Não chegou a vigorar cinquenta anos. Ideias mais largas e generosas vindas dessa Europa em ebulição lavaram entretanto os ares da nossa terra, não sem dificuldades, emperramentos e sangue. É que o reaccionário português, falho de altura mental e de generosidade, intolerante até a medula, conhece apenas um meio de apostolado: o cacete. E é absolutamente incapaz de admitir que outros pensem de forma diferente da sua. É-lhe intolerável a ideia do progresso e nada é bom se não vier dos pais e avós. Ideias só as expressas na cartilha e quanto mais arrevezada for a ortografia melhor.
O Santo Ofício seria abolido pelas Constituintes liberais, já depois de soldados franceses terem talado o país e de a família real ter fugido para o Brasil. A própria Inquisição fora saqueada e o Inquisidor-geral desterrado para Bayonne. Mas depois da abolição quanta trabalheira ainda para convencer as gentes que a liberdade de ideias, de expressão, de culto, a tolerância, são virtudes essenciais a uma sociedade culta, bem organizada e progressiva! [...]»

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Damião de Goes – Os Caminhos de um Humanista


LUÍS FILIPE BARRETO

Lisboa, 2002
CTT Correios de Portugal
1.ª edição
24,6 cm x 24,6 cm
144 págs.
design gráfico de Eduardo Aires
autor do selo da emissão filatélica: Luiz Duran
inclui o marcador de leitura
cartonagem editorial, com folhas de guarda; impresso em papel superior
álbum profusamente ilustrado, a cor
edição numerada, n.º 5.871
exemplar novo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

A propósito dos 500 anos do nascimento de Góis se fez esta biografia do pensador, que no convívio com Erasmo de Roterdão colheu os ódios do Santo Ofício peninsular. Diz já no século XX a nota introdutória a uma das reedições da Descrição da Cidade de Lisboa (frenesi, Lisboa, 2000): «[...] Nós estamos em crer que todo esse sofisma organizado visou somente apropriarem-se-lhe dos bens, costume económico que, acrescido ao dízimo e às esmolas, fez o património da Igreja. [...]»

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Descrição da Cidade de Lisboa


DAMIÃO DE GÓIS
trad. Raul Machado
pref. Paulo da Costa Domingos

Lisboa, 2009
frenesi
5.ª edição
19 cm x 13,3 cm
68 págs.
exemplar novo
13,00 eur (IVA e portes incluídos)

É uma cidade que há muito desapareceu, a descrita pelo humanista. Com o que resta dela vão desaparecendo hoje os seus melhores habitantes...

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Livro | de | Marco Tullio Ciceram, | chamado | Catam Maior, | ou da velhice, | dedicado a | Tito Pomponio Attico



MARCO TULLIO CICERAM
trad. Damião de Goes

Lisboa, 1845
Na Typographia Rollandiana
2.ª edição («nova edição»)
16,7 cm x 11,8 cm
2 págs. + 114 págs. + 6 págs.
encadernação recente em meia-inglesa gravada a ouro na lombada
não aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo, papel sonante
assinatura de posse datada de 1867 no ante-rosto
PEÇA DE COLECÇÃO
250,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da reimpressão oitocentista da tradução de Damião de Góis (1502-1574), originalmente editada em Veneza em 1538.

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sexta-feira, agosto 28, 2015

A Religião do Teatro



EDUARDO SCARLATTI

Lisboa, 1945
Editorial Ática
2.ª edição
24,8 cm x 18,8 cm
2 págs. + 236 págs. + 14 folhas em extra-texto, nove das quais com as respectivas nove cortinas em cristal com as legendas impressas
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado, a negro e a cor
impresso sobre papel superior
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Scarlatti foi cronista teatral e, como pode verificar-se pela vertente obra, ensaísta versado nas «leis estéticas do teatro novo». Mas também foi tradutor de gabarito; Prometeu Agrilhoado, atribuído a Ésquilo, embora vertido do francês, merece atenção... e respeito.

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Prometeu Agrilhoado



ÉSQUILO [atribuído a]
trad. e pref. Eduardo Scarlatti

Lisboa, 1942
Cosmos
1.ª edição
19,4 cm x 13,2 cm
128 págs.
na prestigiada colecção Biblioteca Cosmos dirigida por Bento de Jesus Caraça
exemplar estimado; miolo limpo
valorizado pela assinatura de posse do escritor Anrique Paço d'Arcos
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Após outras duas [?] edições na Livraria Luso-Espanhola [Lisboa, s.d.], a frenesi escolheu, em 1995, este mesmo trabalho do dramaturgo Eduardo Scarlatti e integrou-o no respectivo Catálogo. A importância desta achega reside no facto de ter sido este livro que, nesses anos de viragem, veio trazer um novo fôlego à nossa casa editora e anunciar uma linha de fricção até aí insuspeita.

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Em Moeda Fraca


MANUEL MENEZES
capa de Maduro Dias

Angra [do Heroismo], 1931
Tipografia Editora Andrade
1.ª edição
19 cm x 13,4 cm
244 págs.
subtítulo: Dos Açôres ás Exposições de Sevilha e Barcelona
exemplar manuseado mas aceitável, com ocasionais pequenos restauros na capa; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro de crónica de viagem, com o qual se estreia nas lides literárias o médico militar e historiador Manuel de Sousa Menezes, apoiante incondicional da ditadura e do Estado Novo. Como tal, o regime confiou-lhe sempre cargos oficiais dalgum destaque. Ao longo de toda a sua carreira, mas em particular depois de passar à reserva, dedicou-se ao estudo da História dos Açores, deixando extensa obra de investigação, mas tolhida pela ideologia regionalista inspirada no nacionalismo exacerbado que marcou a sua época.

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domingo, agosto 23, 2015

A Vida Aventurosa de Jack London


IRVING STONE
trad. Carlos Cunha e Alfredo Margarido
capa de Infante do Carmo

Lisboa, s.d.
Edição «Livros do Brasil»
[1.ª edição]
21,8 cm x 15 cm
304 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana:
«Ninguém melhor do que Irving Stone [1903-1989, também autor do romance biográfico A Vida Trágica de Van Gogh] soube reconstituir tão rigorosamente e com tão lúcida simpatia, a fisionomia do grande escritor que foi Jack London. Ninguém melhor do que Irving Stone soube apreender a projecção de uma vida aventurosa, vivida em tantos e tão variados planos com generosa intensidade, numa obra cujo interesse é, por isso mesmo, universal. [...]»

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Um Homem Invencivel


JACK LONDON
trad. G. de V.

Lisboa, 1944
Livraria Peninsular (depos.)
s.i. [1.ª edição]
19,3 cm x 12,9 cm
160 págs.
subtítulo: Novela de amor e desporto
exemplar estimado, discretos restauros na capa; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Jack London (1876-1916) foi «[...] corredor, vendedor de jornais, contrabandista, pesquisador de oiro, marinheiro e, por fim, escritor. [...]» (da nota introdutória). Mas também jornalista de causas, e há que sublinhar, activista cívico ao lado do movimento operário norte-americano.

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O Cão de Circo


JACK LONDON
trad. Cabral do Nascimento
capa de Edmundo Muge
ilustr. Maria Franco

Lisboa, 1953
Editorial Minerva
1.ª edição
18,7 cm x 13,1 cm
272 págs. + 8 folhas em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
discreta assinatura de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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História de um Cão de Circo


JACK LONDON
trad. Cabral do Nascimento
capa de Edmundo Muge

Lisboa, 1962
Editorial Minerva
2.ª edição
18,4 cm x 13,3 cm
272 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Coração, Solitário Caçador


CARSON McCULLERS
trad. e prefácio de José Rodrigues Miguéis
capa de Infante do Carmo

Lisboa, 1958
Editorial Cosmos, Lda.
1.ª edição
19,5 cm x 14,5 cm
392 págs.
colecção dirigida por Nataniel Costa
exemplar em muito bom estado de conservação, por abrir
25,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Do prefácio de Rodrigues Miguéis:
«[...] combinação de interiorismo e objectividade, de sensibilidade e realismo, a identificação na despersonalização, e a aptidão a usar a linguagem em função dos caracteres, são os traços que eu estimaria ter posto em relevo. Se alguma coisa pudéssemos aprender (mas só aprendemos o que já sabemos) era para essa lição que eu desejaria chamar as atenções dos fáceis improvisadores de novidade. [...]»

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Reflexos nuns Olhos de Oiro


CARSON McCULLERS
pref. Tennessee Williams
trad. Cabral do Nascimento
capa de Infante do Carmo

Lisboa, 1959
Editorial Estúdios Cor, Lda.
1.ª edição
19,5 cm x 14,3 cm
176 págs.
exemplar estimado, lombada manchada; miolo no geral limpo, antiga mancha de humidade no bordo inferior das últimas cinco folhas
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nascida em 1917 (m. 1967), trata-se de uma das mais notáveis escritoras norte-americanas do século XX, autora dos brilhantes romances – igualmente traduzidos para português e publicados na vertente Colecção Latitude, dirigida por Nataniel Costa – Coração, Solitário Caçador e Balada do Café Triste. Coube ao realizador John Huston adaptar para o cinema os Reflexos, em que Marlon Brando e Elisabeth Taylor se digladiam dando forma ao distúrbio sexual equacionado por Carson McCullers.

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Porgy e Bess [junto com] Porgy and Bess: An Original Sound Track Recording




DuBOSE HEYWARD
IRA GERSHWIN / GEORGE GERSHWIN

trad. Jorge de Sena (livro)
capa de Bernardo Marques (livro)
direcção musical de André Previn (orquestra)

Lisboa, s.d. e 1959
Edição «Livros do Brasil» Lisboa
Philips – CBS
livro: s.i.
disco: prensagem britânica inclusa na capa-livro holandesa (texto em francês)
[16 cm x 10,9 cm] + [31 cm x 31,3 cm]
184 págs. + 1 disco LP estereofónico (vinil)
o livro é o n.º 84 da Colecção Miniatura, exemplar em muito bom estado; disco límpido no som, capa manuseada mas aceitável
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] belíssimo poema em prosa, no qual as imagens e as cenas se entrelaçam e desenvolvem numa estrutura sinfónica que reclamava de facto a música que Gershwin lhe deu [...]» – assim o elogia o poeta Jorge de Sena em nota final à sua tradução. E mais acrescenta, com precisão de crítico: «[...] este Tristão e Isolda dos negros do Sul dos Estados Unidos [...]».
Num outro plano, fica aqui uma chamada de atenção para a incontornável necessidade, ao estudar um escritor pela obra própria, de ir também estudar o seu serviço literário prestado a outrem através de traduções. É matéria obrigatória numa bibliografia que se preze. Basta lembrar, por exemplo, Damião de Góis pela sua tradução de Da Velhice de Marco Túlio Cícero...
O disco documenta a banda sonora do filme homónimo do realizador Otto Preminger, interpretado por Sidney Poitier, Dorothy Dandridge e Sammy Davis Jr.

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A Abadia do Pesadelo


T.[HOMAS] L.[OVE] PEACOCK
trad., prefácio e notas Jorge de Sena
capa do pintor Figueiredo Sobral


Lisboa, 1958
Portugália Editora
1.ª edição
19 cm x 12,3 cm
XXIV págs. + 160 págs.
composto manualmente em elzevir na mítica Tipografia Ideal
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma sátira em torno da figura do poeta romântico Shelley. O culto Prefácio do poeta Jorge de Sena, não só contextualiza historicamente as ideias em confronto, como nos “ensina a ler” a obra traduzida.
Num outro plano, fica aqui uma chamada de atenção para a incontornável necessidade, ao estudar um escritor pela obra própria, de ir também estudar o seu serviço literário prestado a outrem através de traduções. É matéria obrigatória numa bibliografia que se preze. Basta lembrar, por exemplo, Damião de Góis pela sua tradução de Da Velhice de Marco Túlio Cícero...

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A Condição Humana


ANDRÉ MALRAUX
trad. e prefácio de Jorge de Sena

capa de Bernardo Marques

Lisboa, s.d. [1958 ?]
Edição «Livros do Brasil» Lisboa
[s.i.]
21,8 cm x 15 cm
256 págs.
capa com o título elegantemente acentuado por relevo seco [o que nos leva a crer tratar-se da 1.ª edição, dado nas edições mais recentes o editor ter optado por plastificação brilhante, e nem sequer com relevo]
exemplar manuseado mas muito limpo, com sinais fortes da presença da luz na lombada
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do notável Prefácio do escritor Jorge de Sena:
«[...] Malraux é, de facto [...] um filho preclaro da velha sociedade europeia, daquilo a que se convencionou chamar “civilização ocidental”. Foi sempre, porém, um filho rebelado contra o muito que dessa civilização ele sente que se lhe cola à pele. E, como de Rimbaud diz Wilson, dividido entre o “compromisso humilhante” e o “caos não menos humilhante”, e a ambos tentando recusar, e recusando-os efectivamente, na medida em que supera uma antinomia que o puro individualismo (a vaidade da consciência humana individual) não pode, de resto, resolver. [...]»

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quarta-feira, agosto 19, 2015

A Ilha do Principe



JUVENAL MARINHO PAIVA DE CARVALHO

Porto, 1928
Imprensa Moderna, Limitada
1.ª edição
17,4 cm x 11 cm
88 págs.
subtítulo: Descritivo histórico – 500 quadras alexandrinas em verso rima
ilustrado
exemplar frágil, mas aceitável; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor à biblioteca da Curadoria dos Serviçais em Benguela
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-se o desconhecido autor «com o curso prático equatorial da cultura do cacau, (chocolate), tirado em 1905 na Ilha do Principe, na ROÇA ESPERANÇA e próprio local das plantações». No mais, sabe-se que era irmão de um curador do Príncipe.

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Acção d’Investigação de Paternidade Ilegitima e de Petição de Herança


[ANTONIO GOMES DA SILVA SANCHES (Dr.), advogado, na qualidade de legitimo cessionario e de procurador in rem propriam de Julião Antonio d’Oliveira, filho natural de Josè Antonio d’Oliveira]

[Santo António do Príncipe], 1884
Typ do Jornal de S. Thomé e Principe
1.ª edição
20 cm x 12,7 cm
60 págs.
folheto com encapamento simples recente, composto manualmente
exemplar estimado; miolo limpo
assinaturas e carimbo de posse no frontispício
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do processo de uma contenda entre herdeiros, que, para além do duvidoso interesse jurídico que possa ainda ter hoje, interessa-nos sobretudo como raro documento tipográfico ultramarino, que é.

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A Ditadura do Proletariado



J.[JOSÉ] CARLOS RATES

Lisboa, 1920
Secção Editorial de «A Batalha»
1.ª edição
17,6 cm x 12,3 cm
100 págs.
exemplar estimado, com restauro na lombada e na primeira folha; miolo limpo, papel frágil mas intacto
assinatura de posse no ante-rosto
PEÇA DE COLECÇÃO
65,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Raro documento publicado sob a alçada de um órgão editorial anarco-sindicalista, da autoria daquele que, no ano seguinte, viria a ser fundador do Partido Comunista Português. O mesmo Rates, operário da indústria conserveira, que em 1926 «apresentar-se-ia a defender a Ditadura Militar, cumprindo uma trajectória que o haveria de conduzir à União Nacional e ao quadro redactorial do [órgão do regime] Diário da Manhã. [...]» (vd. Luís Bigotte Chorão, A Crise da República e a Ditadura Militar, Lisboa, Sextante Editora, 2009)

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A Russia dos Sovietes


J. [JOSÉ] CARLOS RATES

Lisboa, 1925
Livraria Editora Guimarães & C.ª
1.ª edição
19,2 cm x 12,6 cm
256 págs.
subtítulo: As teorias revolucionarias – Como se fez a Revolução – Os homens e os factos – A vida economica e social – Aspectos da Russia
composto manualmente
exemplar muito manuseado mas aceitável; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota prévia do autor:
«Ao escrever A Russia dos Sovietes não tive nem poderia ter a pretensão de fazer uma obra literaria para a qual eu não tenho os merecimentos requeridos. Pretendi, aproveitando a minha viagem á Russia em 1924 e folheando uma vasta bibliografia, que se refere á Revolução russa, aos seus homens, ás suas teorias, aos factos, em suma, dar um quadro geral, sinthetico, do maior acontecimento social de todos os tempos e da obra já realisada pelos revolucionarios russos, em que o vulto de Lenine se destaca como um sol de primeira grandeza. [...]»

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terça-feira, agosto 18, 2015

Tanoaria e Vasilhame


JOSÉ CALDAS NOBRE DA VEIGA

Lisboa, 1954
Livraria Sá da Costa
1.ª edição
20,3 cm x 14,8 cm
264 págs.
ilustrado
exemplar como novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Arte da madeira indispensável ao acondicionamento e preservação do vinho, a tanoaria é aqui abordada do ponto de vista do seu fabrico profissional.

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Os Vinhos de Carcavelos da Quinta do Barão


[ANÓNIMO]

s.l., s.d.
s.i.
[1.ª edição]
bilingue português / francês
21,1 cm x 13,4 cm
XVI págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Brochura promocional do vinho generoso e da aguardente envelhecida.

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Vin de Porto – Exposition Internationale de Paris 1937



Porto, 1937
Instituto do Vinho do porto
1.ª edição
texto em francês
18 cm x 8,5 cm (fechado) [24,2 cm x 33,9 cm (aberto)]
1 folha impressa retro e verso dobrada em harmónio
subtítulo: Carte de la Région du Douro
impresso em retrogravura, monocromia e policromia
exemplar como novo
peça de colecção
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma breve apresentação turística e agrícola da zona do rio Douro, editada aquando da presença de Portugal na Exposição de Paris em 1937.

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O Solar do Velho Porto



Lisboa, 1946
[s.i.]
[1.ª edição]
25,7 cm x 19,2 cm
20 págs.
subtítulo: Lista de vinhos, 1946
folheto impresso a duas cores sobre papel superior, com acabamento sem costura nem agrafo, fólios encasados e rematados por cordão de seda
exemplar muito estimado com sinais de antigo vinco; miolo limpo e fresco, encontrando-se ocasionais sublinhados nas rubricas Retinto, Tinto, Tinto aloirado, Aloirado, Aloirado claro e Branco
peça de colecção
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do preçário de serviço à sala e ao bar do, ainda hoje, tradicional Solar do Vinho do Porto. É muito interessante ler-se as três páginas de texto explicativo de características e pressupostos no tratamento daquilo que os clientes ali procuram. No mais, temos aí detalhado elenco das espécies e respectivas adegas fornecedoras, com preços por garrafa ou cálice.

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A Colocação do Vinho do Porto no Mercado Norte-Americano


AGUEDO DE OLIVEIRA, doutor

Lisboa, 1956
Empresa do «Jornal do Comércio e das Colónias»
[1.ª edição]
22,4 cm x 13,2 cm
24 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Elementos para a busca de novos mercados para o produto nacional. O autor, de seu nome completo Artur Águedo de Oliveira, foi funcionário do regime fascista, desde vice-presidente do Tribunal de Contas, entre 1930 e 1948, a ministro das Finanças, entre 1950 e 1955.

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O Vinho do Pôrto



JOSÉ JOAQUIM DA COSTA LIMA

Lisboa, 1937
Edição do Instituto do Vinho do Porto
2.ª edição
23,8 cm x 16,8 cm
32 págs. + 1 desdobrável em extra-texto + 10 págs. em extra-texto
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
imagens impressas em rotogravura
corpo do texto impresso a duas cores sobre papel superior
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessante monografia vinícula, em que se divulga quer o tratamento e colheita da vinha e da uva, quer o processamento desta última, quer recomendações para a posterior conservação do vinho.

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O Vinho do Porto


JOSÉ JOAQUIM DA COSTA LIMA

Lisboa, 1956
Edição do Instituto do Vinho do Porto
[3.ª edição]
24 cm x 16,8 cm
42 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
profusamente ilustrado
corpo do texto impresso a duas cores sobre papel superior
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Velho Porto



[ANÓNIMO]
ilustr. Carlos Carneiro

Lisboa, 1954
Instituto do Vinho do Porto
s.i. (reedição) [edição original em 1940]
16,1 cm x 11,9 cm
16 págs.
profusamente ilustrado a cores
impresso sobre papel superior, acabamento com um ponto em arame e cordão de seda entrançado
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessante que, segundo o anónimo redactor deste folheto promocional, entre os momentos históricos representativos da presença do vinho do Porto, como a batalha de Trafalgar ou a «terna intimidade de Napoleão e Josefina», seja de ainda notar ter «[estado] nos Jogos Olímpicos de Berlim»...

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domingo, agosto 16, 2015

Panegirico | na Eleiçam | do | Summo Pontifice | Innocencio XIII



CONDE DA ERICEIRA [FRANCISCO XAVIER DE MENEZES]

s.l. [Lisboa], 1721
s.i. [Academia Real da História Portuguesa]
1.ª edição
32,6 cm x 22,9 cm
46 págs. (não num.)
capa primitiva espelhada sobre encadernação recente, são visíveis resquícios da gravação original a ouro
por aparar, folhas-de-guarda de origem
exemplar estimado; miolo limpo, papel sonante com boas margens, restauros discretos em ocasionais vestígios de xilófago
assinatura de posse antiga do Conde de Caparica
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos Inocêncio Francisco da Silva (Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo III, Imprensa Nacional, Lisboa, 1859):
«D. Francisco Xavier de Menezes, 4.º Conde da Ericeira (e não terceiro, como por um dos seus costumados descuidos escreveu José Maria da Costa e Silva no Ensaio Biog. Crit. [...]) e Senhor da casa do Louriçal, Commendador de varias Ordens, Deputado da Junta dos Tres Estados, Conselheiro de guerra, Sargento-mór de batalha, Mestre de Campo general, Academico e Director da Acad. R. da Hist. Portugueza, Socio da Sociedade Real de Londres, da Arcadia de Roma, da Acad. Portugueza e Latina, Presidente da dos Generosos, etc., etc. – N. em Lisboa a 29 de Janeiro de 1673, sendo filho de D. Luiz de Menezes [...], 3.º conde da Ericeira, e da condessa D. Joanna Josepha de Menezes [...]. Passou no estado de total cegueira os ultimos annos de sua vida, e m. a 21 de Dezembro de 1743. [...]
Entre a vastíssima oferta de obras que escreveu, conta-se o poema heróico Henriqueida, do mesmo ano que o vertente panegírico, acerca do qual Inocêncio dá a seguinte notícia (ibidem):
«[...] O poema, considerado litterariamente, é obra de merito mediocre, na opinião dos criticos, apezar da summa diligencia com que o auctor pretendeu reduzi-lo ás regras e preceitos epicos, de que era perfeito sabedor. O que lhe faltava unicamente era genio e gosto. Entretanto, ninguem negará que a linguagem é pura e correcta, como o são todas as obras do conde, que foi de certo um dos melhores escriptores do seu tempo. [...]
Poucos homens gosaram no seu tempo de maior reputação litteraria que este conde da Ericeira: o que não obstou a que o critico Luis Antonio Verney fizesse d’elle em 1746 o juizo seguinte, que talvez se não affasta muito da verdade: “Era homem erudito, mas ignorava totalmente aquillo a que chamam modo, methodo e criterio. Com tanto que falasse muito, não lhe importava se dizia bem. Para ostentar o que sabia, carregava as suas pinturas com tantos ornamentos, e doutrina, que chegavam a parecer ridiculas.” [...].»

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terça-feira, agosto 11, 2015

Alfacinhas




ALBERTO SOUZA (plano e ilustrações)
ARTUR INEZ (dir. literária), et alli
coord. e pref. Fernando Souza

Lisboa, s.d. [circa 1962]
ed. Fernando Souza
1.ª edição
12 fascículos (completo)
29,8 cm x 23,6 cm
4 págs. + 210 págs. + 8 págs. (fascículo specimen)
subtítulo: Os Lisboêtas do Passado e do Presente
profusamente ilustrado a cor
cadernos soltos por encadernar acondicionados em estojo próprio de linho com cromo colado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Além dos autores já referidos, junta esta magnífica peça artística e tipográfica os nomes, entre outros, de Alfredo Guisado, Alves Redol, Aquilino, Ferreira de Castro, Julieta Ferrão, Maria Judite de Carvalho e Urbano Tavares Rodrigues; ao padre Moreira das Neves coube o espiche da religião. Como o próprio título indica, trata-se de uma história visual acerca da antiga capital do Reino e da moderna metrópole urbana e seus habitantes.

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segunda-feira, agosto 10, 2015

Secreto – Último Relatório Sobre a Situação Geral do País do ex-Ministério do Interior para a ex-PIDE/DGS


GOVERNO FASCISTA PORTUGUÊS
pref. Fernando Madureira

Lisboa, Maio de 1974
Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite
2.ª edição
20,9 cm x 14,8 cm
72 págs. [não numeradas]
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
conserva a cinta promocional
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Edição impressa na tipografia Casa Portuguesa, empresa umbilicalmente ligada à Editora Ulisseia, ambas propriedade da Abel Pereira da Fonseca (mercearias e vinhos).
Por vezes – quando o poder vigente cai na rua – a imprensa assume a sua melhor função: a denúncia da iniquidade e do horror. O vertente livro regista para a História da liberdade o fac-símile relativo aos derradeiros dias de vigilância diária levada a cabo por um regime político que só pôde sobreviver, por quase meio século, acantonado na superstição religiosa e no estado policial.

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ABC da Política Mundial


CARLOS FERRÃO

Lisboa, 1941
Livraria Sá da Costa – Editora
1.ª edição
18,8 cm x 12,4 cm
8 págs. + 236 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA DO AUTOR
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Sob a forma de dicionário, Carlos Ferrão (1887-1979) orienta-nos na miríade de «[h]omens e localidades, factos e tratados, batalhas e navios [que] surgem, mantêm-se ou desaparecem deixando um rasto de glória ou uma recordação dolorosa», que com o eclodir da Segunda Guerra Mundial se tornaram referência constante numa imprensa diária, nem sempre disposta a perder tempo com didactismos. «O leitor encontrará nêle [neste livro]», diz-nos o autor, «devidamente ordenadas, as noções gerais e as indicações mais frequentemente utilizadas para a compreensão do actual conflito e dos seus episódios mais salientes.»

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A Fabulosa História dos Jogos Olímpicos



MÁRIO DE AGUIAR
JOSÉ SAMPAIO
J. OLIVEIRA COSME

Lisboa / Porto / Luanda / Lourenço Marques, s.d. [circa 1964]
Agência Portuguesa de Revistas (depositário)
Edição de Aguiar  & Dias, Lda.
[1.ª edição]
18,6 cm x 12,5 cm
200 págs. + 20 págs. em extra-texto
ilustrado
exemplar muito estimado, com discretos restauros nas dobras das badanas; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um breviário histórico dos Jogos Olímpicos desde a antiguidade clássica até à época moderna, com os quadros dos resultados de todos os atletas com provas dadas desde 1896, data da I Olimpíada em Atenas.

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domingo, agosto 09, 2015

Na Hora dos Cobardes


JOSÉ PREGO

Lisboa, 1934
Livraria Rodrigues & C.ª (deposit.)
1.ª edição
24,5 cm x 16,8 cm
2 págs. + 142 págs.
subtítulo: Apontamentos Políticos – A Prisão de Matualeto
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do prólogo de José Prego (1857-1943):
«[...] O 5 de Outubro e o 28 de Maio, são duas efemérides que marcam a queda das incompetências políticas, respectivamente, monárquicas e republicanas.
No primeiro caíu a monarquia, com os seus erros, com os seus políticos caquéticos e em plena decadência; sem autoridade, sem prestígio e sem valor. O País já os não podia tolerar, e os tiros da Rotunda só serviram para fazer barulho, para comemorar uma data histórica, como costumam fazer os Zés-Pereiras nas festas rijas; no segundo, acabaram-se os govêrnos de mero expediente, confiados num esfôrço dos caciques, sem ideais, nem obras, e apoiados num partido que se dizia democrático e que era, afinal, o refugo da escória monárquica, senão também da que se dizia republicana [...].»
E mais adiante, já no corpo da obra:
«[...] Não acredito na adaptação dos programas estrangeiros ao nosso povo.
Cheira a mascarada, a ridículo.
Nós somos um povo com tradições nobilíssimas, com sentimentos próprios, que não se podem definir; mas que se sentem.
O comunismo, o fascismo, e o hitlerismo, se àmanhã, num gesto de audácia, fôssem implantados no nosso país, teriam, quando muito, o valor duma tabuleta que se guinda na frontaria dum prédio: uma espécie de rèclamo ao Banacau, ou às pílulas Pink.
Caíriam sem um tiro, grotescamente. [...]»
E alonga-se depois o autor na apologia da ditadura para além da ditadura, então imperante em Portugal; e mais!: apela, até, à sua purificação; «É precisa a vassoura... da limpeza, que varra do chão da obra as impurezas aí acumuladas, entre os materiais da construção, a-fim-de que o edifício possa ostentar-se em tôda a beleza do seu conjunto. [...]»

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Luctas Caseiras – Portugal de 1834 a 1851


MARQUES GOMES

Lisboa, 1894
Imprensa Nacional
1.ª edição
tomo I [único publicado]
24,5 cm x 15,5 cm
2 págs. + CLXXVI págs. + 632 págs.
encadernação de amador recente em tela com as capas de brochura espelhadas
não aparado
exemplar estimado; miolo limpo, as duas primeiras e as duas últimas folhas com sinais de envelhecimento
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota de abertura de João Augusto Marques Gomes (1853-1931):
«[...] No presente volume, apesar de ser já assás crescido o numero de paginas que contém, não podémos ir alem da quéda do ministerio Passos [Manuel], porque tendo de preceder a historia das differentes administrações, que se succederam no poder durante aquelle periodo, de um esboço sobre os partidos politicos em Portugal de 1820 a 1834, e de fazer a historia, embora succinta, do partido miguelista desde a concessão de Evora Monte até que este tentou de novo erguer o estandarte da revolta em abril de 1837, não nos sobrou campo para mais. [...]»

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Floresta de Varios Romances


THEOPHILO BRAGA, org. e pref.

Porto, 1869 [aliás, 1968]
Typ. da Livraria Nacional
1.ª edição
19 cm x 12,3 cm
LIV págs. + 218 págs.
exemplar muito estimado, pequena falha de papel no bordo inferior da lombada; miolo irrepreensível
peça de colecção
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do quinto volume da série de estudos e compilações que Teófilo Braga nos legou sob o título genérico Cancioneiro e Romanceiro Geral Português. No vertente, são coligidas obras exemplares de autores como Garcia de Resende, Gil Vicente, Bernardim Ribeiro, Sá de Miranda, Rodrigues Lobo, Baltasar Dias, Francisco Manuel de Melo, Serrão de Castro, entre outros.

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O Povo na Literatura Portuguesa


JOÃO DE BARROS, selec. e pref.

Lisboa, s.d. [1947, seg. BNP]
Livraria Editora Guimarães & C.ª
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
314 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Desde Fernão Lopes a Ferreira de Castro, são coligidos, entre muitos outros, grandes escritores nacionais como Zurara, Gil Vicente, Camões, padre António Vieira, Garrett, Herculano, Camilo, Antero, Ramalho, Eça, Gomes Leal, Junqueiro, Fialho, Cesário, Raul Brandão, Teixeira Gomes, Jaime Cortesão, Aquilino, etc. Refere-se o autor a um segundo volume em preparação, que julgamos nunca ter sido publicado.

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Hoje, Ontem, Amanhã...



JOÃO DE BARROS

Lisboa, 1950
Livraria Clássica Editora de A. M. Teixeira & C.ª (Filhos)
1.ª edição
20 cm x 13 cm
288 págs.
subtítulo: Ensaios e Esquemas
encadernação da época com lombada e cantos em pele, gravação a ouro na lombada
por aparar
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto de pequenos ensaios, acerca dos mais diversos assuntos de cultura literária e pedagógica.

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