terça-feira, outubro 17, 2017

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


Província de Angola – Mapa Rodoviário


Luanda, 1960
Direcção dos Serviços de Obras Públicas e Transportes
[1.ª edição]
27,5 cm x 16,4 cm (fechado) [109,8 cm x 96,4 cm (aberto)]
desdobrável polícromo
exemplar muito estimado; papel limpo
peça de colecção
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Mapa (escala 1:1.500.000) dos itinerários principais, das estradas de 1.ª, 2.ª e 3.ª classe, e estradas não classificadas.

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A História de Angola Através dos Seus Personagens Principais


MARTINS DOS SANTOS

Lisboa, 1967
Agência-Geral do Ultramar
1.ª edição
23 cm x 16 cm
480 págs. + 44 págs. em extra-texto
ilustrado
impresso sobre papel avergoado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
105,00 eur (IVA e portes incluídos)


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História de Angola 1482-1963


NORBERTO GONZAGA

Lisboa, s.d. [circa 1963]
Edição do C.I.T.A. [Centro de Informação e Turismo de Angola] (Fundo de Turismo e Publicidade)
1.ª edição
20,7 cm x 14,5 cm
2 págs. + 382 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Norberto Gonzaga (1898-?), tendo nascido em Lisboa, foi jornalista em Angola – Nova Lisboa, onde exerceu o cargo de chefe-de-redacção do periódico A Voz do Planalto. A sua participação na resistência anticolonial levá-lo-á ao exílio no Congo belga.

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Caligula em Angola


CUNHA LEAL
capa de Almada [Negreiros]

Lisboa, 1924
s.i. [ed. Autor]
3.º milhar
22,2 cm x 14,4 cm
XX págs. + 208 págs. + 1 folha em extra-texto [inserta entre as págs. 202-203]
composto manualmente
exemplar manuseado mas aceitável, restauro tosco na lombada; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] O Snr. Norton de Matos não conhece meios termos no exercicio das suas violencias. A imprensa incomoda-o? Extingue-a por processos de fôrça ou de coacção. Os indigenas reclamam contra extorsões imorais, praticadas pelas autoridades ou pelos particulares afectos ao Snr. Norton de Matos? Manda, como fez em Catéte, razziar a região dos protestantes, e prende e deporta, a seguir, os nativos de maior inteligencia, ou mais influentes. Nem as proprias bestas escapam á sua furia de tirano. Porque, um dia, um cavalo teve, no Lubango, a audacia sacrilega de deitá-lo abaixo, o Snr. Norton de Matos, em vez de dizer, filosoficamente, como o personagem de Gil Vicente: “Antes quero burro que me leve do que cavalo que me derrube” – manda abater a tiro a pobre alimária, para exemplo dos outros irracionais.
No Snr. Norton de Matos, não ha sequer as generosidades que, ás vezes, existiam até num Caligula, homem que sempre respeitou o seu cavalo Incitatus. [...]
No Snr. Norton de Matos, o reverso da violencia consiste na extrema generosidade e complacencia para com a sua feliz clientela. [...]» –
Assim trata Cunha Leal aquele que era, na altura, Alto Comissário na referida colónia.

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Poesia de Angola


[ANÓNIMO, org.]
capa e ilust. José Rodrigues

República Popular de Angola (Luanda), 1976
M. E. C.
1.ª edição
23,6 cm x 17 cm
408 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Excelente compilação poética angolana destinada ao ensino secundário, e que vai da poesia tradicional a precursores como José da Silva Maia Ferreira, Cândido Furtado, Eduardo Neves, Cordeiro da Matta, Lourenço do Carmo Ferreira ou Jorge Rosa. Seguem-se as gerações intermédias e a novíssima (anos 40 a 70), em que avultam, entre outros, Tomás Vieira da Cruz, Viriato da Cruz, António Jacinto, Agostinho Neto, Alda Lara, Costa Andrade, Ernesto Lara (filho), Deolinda Rodrigues, Emanuel Corgo, Ruy Duarte de Carvalho, David Mestre, etc.

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Angola Intangível


ALBERTO DE ALMEIDA TEIXEIRA

Porto, 1934
[Edições da 1.ª Exposição Colonial Portuguesa]
1.ª edição
23,5 cm x 16,8 cm
720 págs.
subtítulo: Notas e comentários
exemplar estimado, capa empoeirada; miolo limpo
180,00 eur (IVA e portes incluídos)

O tenente-coronel Almeida Teixeira (1870-1952), que foi governador dos distritos da Lunda e de Inhambane, tem nesta obra uma boa crónica histórica e política da presença dos portugueses em Angola, desde a primeira hora.

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Minha Pátria


MATEUS MORENO
ilust. [José] Rodrigues Miguéis, Saavedra Machado, Roberto Nobre e Bernardo Marques

Lisboa, 1923
Ressurgimento – Editora
2.ª edição (livro I) e 1.ª edição (livros II e III)
3 volumes (completo)
17 cm x 11,7 cm
96 págs. (numeração contínua)
subtítulo: Poema em 3 Livros e 3 Jornadas
ilustrados
exemplares muito estimados; miolo limpo
acondicionados numa modesta pasta de fabrico recente em cartolina e tela
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Mateus Martins Moreno Júnior (1892-1970), republicano quando jovem, para além de uma carreira militar que o levou a funções coloniais da confiança do Estado Novo, evidenciou-se como jornalista com preocupações regionais algarvias e director de Alma Nova (Faro, 1914 – Lisboa, 1930).

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segunda-feira, outubro 16, 2017

Barbearia Tiqqun [junto com] Romance Ardente [junto com] Sumo de Limão




RUI BAIÃO
MANUEL FERNANDO GONÇALVES
PAULO DA COSTA DOMINGOS

Lisboa, 2017
ed. viúva frenesi
1.ª edição [única, todos]
19 cm x 13 cm
36 págs. + 56 págs. + 36 págs.
impressão digital
acabamento com dois pontos em arame
exemplares novos
tiragem de apenas 150 exemplares cada
9,00 eur (cada, IVA e portes incluídos)
20,00 eur (lote dos 3, IVA e portes incluídos)

3 livros de versos, 3 autores com nome firmado, 1 manifesto literário.

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domingo, outubro 15, 2017

Vinte e Cinco Annos nos Bastidores da Politica


EDUARDO DE NORONHA

Porto, 1913
Companhia Portuguesa Editora
1.ª edição [única]
19 cm x 12,3 cm
416 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Emygdio Navarro e as «Novidades» – A sua vida e a sua obra politica e jornalistica
exemplar estimado; miolo limpo
assinaturas de posse no ante-rosto, uma das quais do ex-ministro CMacedo [Carlos Matos Chaves Mascarenhas de Macedo]
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Embora centrada na acção cívica de Emídio Navarro, é uma importante panorâmica também da influência de um jornal sobre o período histórico dos últimos anos do regime monárquico (Emídio Navarro faleceu em 1905). Jornal fundado pelo contundente polemista Navarro, em 1885, o Novidades de então (cujo nome, desactivado desde 1913, irá servir de cobertura, após 1923, à reaccionária acção católica) dava guarida a combatentes como António Enes, Mariano Cirilo de Carvalho, António Rodrigues Sampaio, Barbosa Colen, etc. Sendo o seu mentor inicial um homem de formação eclesiástica, que veio a integrar o Partido Progressista, nunca ele poupou a corrupção dos governos do reino. Diz-nos o Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. II, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1990):
«[...] Deputado em várias legislaturas, foi chamado por Luciano de Castro para exercer o cargo de ministro das Obras Públicas em 1886. Nesta função deu atenção especial ao ensino técnico, comercial, industrial e agrícola, à rede viária e aos serviços florestais.
A violência dos seus artigos e a sua acção no Governo criaram-lhe numerosos inimigos, tendo chegado ao ponto de se bater em duelo. Quando saiu do Governo foi secretário do Tribunal de Contas e ministro de Portugal em Paris. Regressado a Portugal, abandonou definitivamente a política para se dedicar exclusivamente ao jornalismo – sendo de salientar, nesta última fase da sua vida, o seu envolvimento na célebre “Questão dos Tabacos”, que contribuiria, decisivamente, para a queda do regime. [...]»
Eduardo Noronha aparece aqui como aquele testemunho de direito, que, tendo dirigido os destinos desse jornal durante os derradeiros anos de 1912-1913, melhor relembra os seus momentos altos.

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Vinte e Cinco Annos nos Bastidores da Politica


EDUARDO DE NORONHA

Porto, 1913
Companhia Portuguesa Editora
1.ª edição [única]
18,1 cm x 12,2 cm
416 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Emygdio Navarro e as «Novidades» – A sua vida e a sua obra politica e jornalistica
encadernação editorial inteira em tela encerada com gravação a ouro nas pastas e na lombada
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse do ex-ministro CMacedo [Carlos Matos Chaves Mascarenhas de Macedo]
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Passado...


EDUARDO DE NORONHA

Porto, 1912
Magalhães & Moniz, L.da – Editores
1.ª edição
19,4 cm x 13 cm
376 págs.
subtítulo: Reminiscencias anedocticas dos tempos idos. Alguns annos de fita animatografica da vida
encadernação recente de amador em sintético com gravação a ouro na lombada
aparado somente à cabeça
conserva as capas de brochura e a respectiva lombada
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de memórias de ocorrências e costumes, que vão do Passeio Público oitocentista à visita do príncipe de Gales a Lisboa, junto com o relato de viagens marítimas que o levaram à ilha da Madeira, Luanda e Cidade do Cabo.

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O Conde de Sabugosa – “Profeta do Passado”



JOÃO AMEAL

Lisboa – Porto – Coimbra, 1923
“Lvmen” – Empresa Internacional Editora
1.ª edição
17,2 cm x 12 cm
40 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR (VISCONDE DO AMEAL) AO CONDE DE ALMARJÃO, CONHECIDO ALFARRABISTA LISBOETA, E PELO SELO BRANCO ARMOREADO DESTE ÚLTIMO
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto, alusivo às vida e obra de De Sabugosa:
«[...] o Senhor Conde de Sabugosa, apesar da austeridade da sua vida solitária e da austeridade da sua prosa sóbria – não nos dava a sugestão dum Passado frio, rígido, solene, longínquo. Pelo contrário. Êle traduzia o Passado nos seus aspectos anedóticos, adaptava-o às nossas retinas modernas, dava-lhe uma leveza gentil de juventude. [...]»

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In Memoriam



CONDE DE SABUGOSA

Lisboa, 1924
Portugália Editora
1.ª edição
26 cm x 20 cm
16 págs. + 424 págs. + 32 folhas em extra-texto
ilustrado
encadernação da época em meia-francesa com cantos em pele e elegante gravação a ouro na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura e a respectiva lombada
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
é o n.º 313 de uma tiragem declarada de 2.000 exemplares assinados pelo Editor
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Poemetos



CONDE DE SABUGOSA
ilust. Casanova, Christino, Columbano, Scott, D. José da Câmara, Jorge e José de Mello

Lisboa, 1882
Typographia Castro Irmão
1.ª edição
23,9 cm x 18 cm
108 págs.
inclui 26 desenhos impressos a cor encabeçando todos os poemas
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo, ocasionais manchas de acidez
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Paço de Cintra



CONDE DE SABUGOSA
desenhos da rainha D. Amélia
colab. E. [Enrique] Casanova e R. [Raul] Lino

Lisboa, 1903
Imprensa Nacional
1.ª edição
32,7 cm x 24,2 cm
XIV págs. + 274 págs. + 14 folhas em extra-textos + 3 desdobráveis em extra-texto, sendo um deles grande formato (80 cm x 71 cm)
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado, a negro e a cor
exuberante encadernação recente inteira em pele gravada a ouro e relevo seco nas pasta anterior e lombada; ostenta no lombo fantasias entrançadas e fecha numa pestana rematada por laços de seda com as cores da bandeira monárquica
conserva as capas de brochura, aparado ligeiramente à cabeça e dourado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
550,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante estudo histórico e arqueológico, ainda hoje único trabalho de referência acerca do Paço de Sintra.

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Outra Rainha



CONDE DE SABUGOSA

Lisboa, 1922
Portvgalia Editora
1.ª edição
28,5 cm x 20,7 cm
24 págs. + 1 extra-texto com retrato de D. Amélia
subtítulo: Palestra Realisada na Liga da Acção Social Christã em 3 de Abril de 1922
papel da capa envelhecido e com pequenos restauros periféricos; miolo limpo, retrato tenuemente manchado
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu nome civil António Maria José de Melo César de Meneses, fez parte do grupo literário da geração de 1870, e que ficou conhecido pelos «vencidos da vida». Íntimo da corte, tal e tanto que a queda da monarquia o levou ao exílio. É de sua autoria o conhecido livro O Paço de Cintra – Apontamentos Historicos e Archeologicos, cujos desenhos são, precisamente, de D. Amélia.

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Macbeth


WILLIAM SHAKESPEARE
trad. Manuel Bandeira
pref. Ruben A.

Lisboa, 1964
Editorial Presença
1.ª edição [em Portugal]
18,5 cm x 11,5 cm
200 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da introdução de Ruben A.:
«[...] O poeta Manuel Bandeira emprestou à tradução a realidade espantosa do decassílabo heróico, camoniano, métrica perfeita para o poema épico e que assenta como uma luva num tema também épico e cuja magnitude atinge em ambos o sublime. A diferença está na própria essência da tragédia shakespeareana. Em Macbeth não há qualquer transigência lírica, os momentos de amor são momentos de ódio, a inquietação é uma determinante de catástrofe, o amor apenas reside na vontade de sangue. Não há em Macbeth episódios líricos, intervalos de narrativa onde o amor pode surgir na sua tranquila inocência, rodeando a atmosfera de um mesmo encanto [...].
Macbeth é uma narrativa que não transige no seu caminhar cadenciado de maus agouros, de prenúncios dramáticos. Tudo caminha em ambiente de uma plenitude ensaguentada – é o drama da ambição, aliado às hesitações que se deparam no espírito de quem comete determinado crime. A mulher, no entanto, não hesita, a ela cabem as honras da tragédia. Lady Macbeth supera-se, atinge um auge da cadência patética, sobretudo ao afirmar
Sê a inocente
Flor na aparência, e no íntimo – serpente.
Onde há ambição de poder não há amor, isto prova-o a tragédia Macbeth, e aqui parece-me residir a mais espantosa mensagem deste poema dramático. [...]»

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Macbeth


WILLIAM SHAKESPEARE
trad., pref. e encenação de António Pedro
capa e grafismo de Amândio Silva

Porto, 1956
TEP [Teatro Experimental do Porto] – Edição do Círculo de Cultura Teatral
1.ª edição
19 cm x 13,7 cm
128 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Rei Lear


[WILLIAM] SHAKESPEARE
trad., notas e pref. Manuel Vieira
capa de José Contente

Coimbra, 1943
Editorial “Saber”
4.º milhar
19,4 cm x 14,7 cm
2 págs. + LXXXII págs. + 274 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar muito estimado; miolo limpo
ostenta colado no ante-rosto o ex-libris de José Coelho
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Hamlet


WILLIAM SHAKESPEARE
trad. Sophia de Mello Breyner Andresen
revista por Grahame Broome-Levett
capa de Francisco Couceiro

Porto, 1987
Lello & Irmão – Editores
[1.ª edição]
bilingue inglês / português
21 cm x 15,2 cm
VIII págs. + 264 págs.
exemplar estimado, verso da capa com manchas de antiga humidade; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do prefácio da tradutora:
«[...] Sou partidária de traduções fidelíssimas, mas onde a fidelidade inclui a exigência do próprio poema. E, no caso de Hamlet, é preciso dizer o que lá está, mas dizê-lo em termos de teatro. O que obriga a uma estreita tensão entre o significado e o espaço, o peso e a voz de cada palavra. [...]
Tentei, quanto possível, traduzir rente ao texto, ser fiel à riqueza e à densidade de cada frase e encontrar uma linguagem que seja a do teatro.
Este último ponto parece-me fundamental, não só por se tratar de uma obra teatral e por Shakespeare ser um homem do teatro, mas também porque para ele o mundo era um palco onde ele sempre quis criar a “peça dentro da peça”.»

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O Mercador de Veneza


WILLIAM SHAKESPEARE
trad. e notas de Bulhão Pato

Lisboa, 1881
Typographia da Academia Real das Sciencias
1.ª edição
22,4 cm x 14,6 cm
8 págs. + 260 págs.
exemplar muito estimado, com pequenas falhas de papel nas capa e contracapa; miolo limpo, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Hamlet [junto com] O Mercador de Veneza




WILLIAM SHAKESPEARE
[trad. D. Luís]

Lisboa, 1877 e 1879
Imprensa Nacional
1.ª edição (ambos)
2 livros enc. 1 volume
24 cm x 16,5 cm
150 págs. + 114 págs.
impressos sobre papel de gramagem superior
luxuosa encadernação em meia-francesa, gravação a ouro na lombada
corte carminado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
Augusto Forjaz redigiu e assinou a seguinte comunicação na pág. 2 do primeiro livro: «As traduções de Shakespeare contidas neste volume foram feitas por El-Rei Dom Luiz. No rosto de cada volume encontra-se a sua firma.»
carimbo do Ministério do Reino lixiviado em ambos os frontispícios e nas respectivas págs. 11
VALORIZADO PELA ASSINATURA DO REI D. LUÍS EM AMBOS OS FRONTISPÍCIOS
peça de colecção
300,00 eur (IVA e portes incluídos)


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50 Sonetos


WILLIAM SHAKESPEARE
trad., pref. e notas de Vasco Graça Moura
capa e grafismo de Armando Alves

Porto, 1978
Editorial Inova SARL
1.ª edição
20,4 cm x 14 cm
128 págs.
ilustrado
exemplar como novo, por abrir
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante prefácio e brilhante tradução; é, aliás, a segunda tentativa conseguida, tendo assinado a anterior, em 1962, Maria do Céu Saraiva Jorge.

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Os Sonetos de Shakespeare


[WILLIAM SHAKESPEARE]
trad. e pref. Maria do Céu Saraiva Jorge
capa de Pedro Barreiros

Lisboa, 1962
[ed. Autora]
1.ª edição
22,8 cm x 15,6 cm
114 págs.
exemplar como novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Preciosa tradução de um lirismo – o de Shakespeare – difícil e de uma eficácia que, ainda hoje, põe muito poetastro de rastos. Honradamente, Maria do Céu Saraiva Jorge (1919-2007) – como sempre acontece aos tradutores sérios –, perante um idioma de alto poder sintético, a língua inglesa, teve que fazer escolhas de transposição de boa serventia à palavrosa língua portuguesa, privilegiando a arte final na língua de chegada.
«[...] De facto, a professora Maria do Céu teve uma carreira docente distinta. Licenciada em filologia germânica pela Faculdade de Letras de Lisboa, estagiou na Universidade de Nottingham e na secção portuguesa da BBC, em Londres. Leccionou em Faro, em Santarém, em Cascais e em Lisboa (Liceu Gil Vicente, Liceu Filipa de Lencastre e Liceu Pedro Nunes), tendo terminado a carreira na Inspecção. Orientadora de Estágio anos a fio, dedicou muito do seu tempo à investigação e à divulgação cultural. A sua Gramática de Inglês (1954) conheceu várias edições como “livro único”. William Shakespeare foi, contudo, a paixão que a acompanhou pela vida fora, tornando-se uma autoridade como estudiosa e uma referência como tradutora. [...] [Mas também] não ficou indiferente a Confúcio e à filosofia chinesa, tendo publicado Kung, o Grande Mestre, em 1959. De igual modo, procurou compreender Camilo Pessanha, com Elementos para uma anotação interpretativa da Clepsidra de Camilo Pessanha, em 1967.
Figura entre os impulsionadores da instalação da Casa de Macau em Lisboa, criada em 1966, por sinal a única mulher em toda a galeria dos fundadores. [...]»
(Fonte: António Aresta, Maria do Céu Saraiva Jorge, Jornal Tribuna de Macau, 3 de Fevereiro, 2017 [doc. on-line])

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Deus Dorme em Masúria


HANS HELLMUT KIRST
trad. José Saramago
capa de Figueiredo Sobral

Lisboa, 1958
Publicações Europa-América, Lda.
1.ª edição
19,2 cm x 14,5 cm
376 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana:
«[...] A acção decorre em 1933 numa aldeia tranquila nos confins da Prússia oriental, onde era tal a paz que se podia dizer que Deus nela dormia.
Um dia, na doce e pacífica aldeia cometeu-se um crime. Quem era a vítima? Quem instigou o crime?
Hans Hellmut Kirst não escreveu um romance policial. Escreveu com o seu reconhecido humor um romance de costumes: a chegada do nacional-socialismo a uma aldeia perdida e tranquila.»

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O Apelo da Selva


JACK LONDON
trad. Rui Guedes da Silva
capa de Octávio Clérigo

Lisboa, s.d.
Portugália Editora
1.ª edição
19,3 cm x 12,4 cm
200 págs.
exemplar em bom estado de conservação, sem marcas de quebra na lombada; miolo limpo, parcialmente por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Jack London (1876-1916), jornalista e escritor, activista de esquerda, ateu, defensor dos direitos dos animais, tem neste The Call of the Wild (de 1903) o perfeito par para White Fang (de 1906), ambos notavelmente escritos do ponto de vista dos respectivos canídeos, um cão e um lobo. Após uma existência doméstica, adormecido à lareira, domesticado, aos pés do dono, o cão Buck, que conserva o orgulho da astúcia e da ferocidade primevas, ouvindo os lobos uivar, certa noite, sentou-se e uivou também, em resposta ao apelo da alcateia. (Por vezes, acontece o mesmo aos seres ditos humanos.)

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História de um Cão de Circo


JACK LONDON
trad. Cabral do Nascimento
capa de Edmundo Muge

Lisboa, 1962
Editorial Minerva
2.ª edição
18,4 cm x 13,3 cm
272 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Um Homem Invencivel


JACK LONDON
trad. G. de V.

Lisboa, 1944
Livraria Peninsular (depos.)
s.i. [1.ª edição]
19,3 cm x 12,9 cm
160 págs.
subtítulo: Novela de amor e desporto
exemplar estimado, discretos restauros na capa; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Jack London (1876-1916) foi «[...] corredor, vendedor de jornais, contrabandista, pesquisador de oiro, marinheiro e, por fim, escritor. [...]» (da nota introdutória). Mas também jornalista de causas, e há que sublinhar, activista cívico ao lado do movimento operário norte-americano.

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A Vida Aventurosa de Jack London


IRVING STONE
trad. Carlos Cunha e Alfredo Margarido
capa de Infante do Carmo

Lisboa, s.d.
Edição «Livros do Brasil»
[1.ª edição]
21,8 cm x 15 cm
304 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana:
«Ninguém melhor do que Irving Stone [1903-1989, também autor do romance biográfico A Vida Trágica de Van Gogh] soube reconstituir tão rigorosamente e com tão lúcida simpatia, a fisionomia do grande escritor que foi Jack London. Ninguém melhor do que Irving Stone soube apreender a projecção de uma vida aventurosa, vivida em tantos e tão variados planos com generosa intensidade, numa obra cujo interesse é, por isso mesmo, universal. [...]»

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sexta-feira, outubro 13, 2017

Barcelona


CAMILO JOSE CELA
ilust. Federico Lloveras

Barcelona, 1975
Editorial Noguer, S.A.
2.ª edição
texto em castelhano
24,5 cm x 17 cm
88 págs.
subtítulo: Calidoscopio callejero, marítimo y campestre de C. J. C. para el reino y ultramar, II
profusamente ilustrado a cor
impresso sobre papel de gramagem superior
encadernação editorial com gravação a ouro na lombada e sobrecapa polícroma
exemplar como novo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Descrição “romântica” e intelectual de uma Barcelona que naquela época franquista (1970), na área urbana, já começava a ficar escondida por baixo do que nos anos 80 veio a designar-se por movida, e que mais não passou do que o triunfo passageiro da boémia nocturna, com as classes média e alta, subitamente instigadas pelos bancos ao esbanjamento no consumo fútil, a conviver alegremente com os estratos sociais mais baixos, o lumpen inclusive, e a servir-se destes também no ócio. É óbvio que o académico José Cela, por estranheza e distância, a isto nunca poderia referir-se. Será o cineasta Pedro Almodovar quem, à sua maneira espalhafatosa, sarcástica e sensual, irá registar o melhor retrato de uma Espanha pós-franquista, cujas cidades mais populosas, Madrid e Barcelona, desde sempre cosmopolitas, se despiam à luz crua de holofotes e néon. O livro de José Cela é, por isso, um bom roteiro daquilo que foi lançado no esquecimento, uma visão culta dos lugares, antes de ali se instalarem, com armas e bagagens, os protagonistas das alamedas da toxicodependência, da prostituição e da falta de senso comum.

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Curso Metodico de Arquitectura Naval aplicada á la Construccion de los Buques Mercantes



D. JUAN MONJO I PONS

Barcelona, 1856
Imprenta de José Tauló
1.ª edição
texto em castelhano
24,2 cm x 16,3 cm
[204* págs. + 14 folhas em extra-texto] + [236 págs. + 2 folhas em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto]
subtítulo: Obra compuesta en vista de las estrangeras mas modernas que tratan de la materia [...]
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
encadernação antiga em meia-inglesa com gravação a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar de trabalho envelhecido mas aceitável; miolo limpo, com [*] falta das págs. 107 a 110
assinatura de posse no frontispício
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Juan Monjo i Pons (1818-1884) foi mestre de embarcação e engenheiro mecânico, director da Real Escola Náutica de Arenys de Mar, tendo fundado, mais tarde, também na costa da Catalunha, a sua própria escola.
A folha de rosto do vertente exemplar refere que a obra se completa num atlas, que julgamos só ter sido publicado em fac-símile em 1990.

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La Integridad de la Patria – Cataluña ante el espíritu de Castilla


I. [IGNASI] DE L. [LOYOLA] RIBERA Y ROVIRA
pref. Juan Maragall

Barcelona, s.d. [circa 1907]
Librería Científico-Literaria José Agustí
1.ª edição
texto em castelhano
17,3 cm x 10,8 cm
224 págs.
exemplar estimado, acidez na lombada; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Lusitanista catalão, vindo para Portugal apenas com vinte anos, em 1900, trouxe-o seu pai para Tomar aquando nomeado para director da Real Fábrica de Fiação e Tecidos. Ignasi de Loyola Ribera y Rovira (1880-1942) inicia desde logo um trabalho como correspondente junto de vários jornais catalães, onde promove uma salutar campanha de aproximação cultural regionalista entre Portugal e a sua íntegra Catalunha. Será também ele que, em representação do município de Barcelona, convida a aí deslocarem-se vários artistas portugueses, a fim de tomarem parte na 5.ª Exposição Internacional de Arte. Acabou por ser mesmo ele o comissário-delegado para a representação portuguesa. No vertente livro, Ribera y Rovira aborda e analisa as relações políticas e culturais ibéricas através dos tempos, lamentando a relutância portuguesa em vista de um projecto federalista. (Fonte: Eduardo Mayone Dias, «Um Lusitanista Catalão: Ribera i Rovira», in Colóquio / Letras, n.º 27, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1975)

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Historia de los Movimientos, Separation y Guerra de Cataluña en Tiempo de Felipe IV


D. FRANCISCO MANUEL DE MELO

Madrid, 1874
Marin y Compañía, Editores
s.i. [4.ª edição]
25,6 cm x 17,7 cm
80 págs.
texto impresso a duas colunas
encadernação antiga muito modesta em meia de tela encerada e papel de fantasia com rótulo dactiloescrito colado na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
195,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto originalmente publicado em Portugal, sob o pseudónimo Clemente Libertino, no ano de 1645 pelo impressor Paulo Craesbeeck. A primeira edição castelhana (Imprenta de Sancha, Madrid) – que é a terceira da obra – surgirá apenas em 1808.

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quinta-feira, outubro 12, 2017

Christoph Columbus Genuensis. Santa Maria



VOJTECH KUBASTA

Lisboa, s.d.
Electroliber
[1.ª edição]
32,5 cm x 22,7 cm (fechado)
68 cm x 22,7 cm x 24,5 cm (pop-up tridimensional aberto)
8 págs. (caderno de texto agrafado)
subtítulo: Como Cristóvão Colombo descobriu a América
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo e intacto
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

Vojtech Kubasta (1914-1992), austríaco de nascença, mas de facto um filho de Praga, apesar da sua formação em arquitectura e engenharia, veio a tornar-se talvez o primeiro grande criador de figuras-de-armar em papel.

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quarta-feira, outubro 11, 2017

Véspera da Água




EUGÉNIO DE ANDRADE
capa de Júlio Resende
ilust. Ângelo de Sousa
fotog. João Perry
grafismo de Armando Alves

Porto, 1973
Editorial Inova
1.ª edição
25,1 cm x 18 cm
84 págs.
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
é o n.º 174 de uma tiragem especial de apenas 200 exemplares impressos sobre papel Damier
VALORIZADO PELA ASSINATURA DO AUTOR
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Trocar de Rosa


EUGÉNIO DE ANDRADE, org.
capa e grafismo de Armando Alves
ilust. Ângelo de Sousa

Porto, 1995
Fundação Eugénio de Andrade
5.ª edição
20,3 cm x 12,6 cm
148 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Este livro, na sua forma inicial, mais breve, começou por ter sido editado numa casa de grande prestígio nos meios da resistência ao fascismo português: A Regra do Jogo. Sendo uma mera antologia de traduções de Eugénio de Andrade (1923-2005), não deixou de atingir aqui a sua quinta saída à rua, mas agora aumentada no conteúdo e paga por uma companhia de seguros... Cada qual saberá as linhas com que se cose, e Eugénio de Andrade até confessa no prefácio «[...] que nenhum dos poetas que se encontram aqui [...] foi para mim um desses encontros a que já chamei fatais noutra ocasião [...]. Para dizer tudo, acrescentarei que há até em Trocar de Rosa poetas que pouco me interessam hoje [...] e outros que mal chegaram a interessar-me [...].»
É de questionarmo-nos: será justo e honesto atamancar um livro de versos alheios, onde figuram escritores que assumiram publicamente um compromisso contra a ordem mundial vigente, como Neruda ou Guillevic, e, à quinta edição, já estar a vendê-los de parceria com uma entidade capitalista?...

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As Palavras Interditas


EUGÉNIO DE ANDRADE

Lisboa, 1951
Centro Bibliográfico
1.ª edição
19,1 cm x 13,5 cm
56 págs.
da colecção Cancioneiro Geral
composto manualmente em Elzevir
exemplar estimado, capa manchada; miolo limpo, papel acidulado
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro de poemas, que Mário Cesariny, em polémica pública, denunciou como plágio de poemas seus ainda inéditos, que terá enviado a Eugénio de Andrade. A acusação de Cesariny, injusta e mal fundamentada, como veio na altura a demonstrar-se, pretextando um verdadeiro circo de ruidosos insultos entre surrealistas e a crítica literária, acabou desfeita pelo poeta acusado, ponto por ponto, vírgula a vírgula, data a data. (Fonte: Maria de Fátima Marinho, O Surrealismo em Portugal, Imprensa Nacional – Casa da Moeda, Lisboa, 1987)

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As Mãos e os Frutos


EUGÉNIO DE ANDRADE

Lisboa, 1960
Iniciativas Editoriais
2.ª edição
18,1 cm x 12,9 cm
36 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELA ASSINATURA DE POSSE DO ESCRITOR E. M. DE MELO E CASTRO
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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