terça-feira, fevereiro 28, 2017

Primavera



FRANCISCO RODRIGUEZ LOBO

Lisboa, 1670
Na Officina de Antonio Craesbeeck de Mello
«de novo emmendada & acrefcentada na terceira Impreffaõ pello mefmo Autor»
14,6 cm x 9,8 cm
4 págs. + 318 págs.
encadernação do século XIX inteira em pele gravada a ouro na lombada
aparado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
PEÇA DE COLECÇÃO
750,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo António José Saraiva / Óscar Lopes (História da Literatura Portuguesa, 15.ª ed., Porto Editora, Porto, 1989):
«[...] Algumas das suas obras exercem um papel importante na formação do estilo barroco peninsular, sem que ele deixasse de ser uma personalidade muito característica da escola camoniana. A sua inserção neste capítulo justifica-se pela posição central que ocupa na ficção bucólica maneirista, embora não possamos deixar de o ter em mente como teorizador ou preceptista da literatura, e ainda como poeta lírico. [...]»

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telemóvel: 919 746 089


Noticias | fielmente relatadas dos custosos | meyos, por onde veyo a efte Reino de Portugal a Reli- | giaõ Brigitana, que fe intitula a Ordem de S. Salva- | dor, e da prodigiofa Fundaçaõ, e milagrofos | augmentos defte Convento de | Nossa Senhora da | Conceiçaõ | de | Marvilla, | A qual teve o feu principio a 18. de Março | de 1660. [...]



SOROR MARIA MAGDALENA DE S. PEDRO

Lisboa, 1745
Na Officina de Miguel Manescal da Costa
1.ª edição
20,6 cm x 15 cm
32 págs. + 268 págs.
subtítulo: [...] E fe feguem varias Relações das virtudes, e boa opiniaõ, | com que nelle falecêraõ algumas Religiofas, | e infignes Bemfeitoras, | escritas pela madre [...] | dadas á luz, e offerecidas | ao Eminentissimo, e Reverendissimo Senhor | D. Thomaz I. | Cardeal Patriarca de Lisboa, do Confelho de | Eftado de S. Mageftade, &c. | pela Madre | Soror Marianna Josefa | da Gloria, | Ambas Religiofas do dito Mofteiro
encadernação da época inteira em pergaminho mole
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo, papel sonante
PEÇA DE COLECÇÃO
570,00 eur (IVA e portes incluídos)

Soror Maria Magdalena de S. Pedro foi «[...] professa no convento da Conceição de Marvilla, da Ordem de Sancta Brigida, no qual exerceu por tres vezes o logar de Abbadessa. – N. em Lisboa a 3 de Fevereiro de 1658, e m. a 22 de Fevereiro de 1747. [...] Posto que não mencionado no chamado Catalogo da Academia, este livro tem sido e será sempre procurado pelos que pretendem colligir as chronicas das Ordens religiosas em Portugal. [...]» (Fonte: Inocêncio Francisco da Silva, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo VI, Imprensa Nacional, Lisboa, 1862)

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Summarios do Systema de Leis Organicas da Carta Constitucional da Monarchia Portugueza



SILVESTRE PINHEIRO-FERREIRA

Lisboa, 1843
Na Imprensa Nacional
1.ª edição
32,5 cm x 20,6 cm
2 págs. (brancas) + 14 págs. + 2 págs. + 20 págs. + 34 págs. + 6 págs. + 20 págs. + 16 págs. + 20 págs. + 4 págs. + 18 págs. + 26 págs. + 2 págs. + 12 págs. + 14 págs. + 12 págs. + 16 págs. + 14 págs. + 16 págs. + 2 págs. (brancas)
inclui: [a] Summarios do Systema de Leis Organicas da Carta Constitucional da Monarchia Portugueza; [b] N.º 68 – A. Proposta; [c] Projecto de Lei Regulamentar da Formação do Cadastro Territorial, e Pessoal; [d] Projecto de Lei Organica dos Negocios de Economia Publica; [e] Projecto de Lei Organica das Relações Civis do Clero da Igreja Lusitana; [f] Projecto de Lei Organica  e Regulamentar das Eleições; [g] Projecto de Lei Organica da Instrucção e Educação Publica; [h] Projecto de Lei Organica dos Negocios da Fazenda Publica; [i] Projecto de Lei Organica dos Governos Territoriaes; [j] Projecto de Lei Organica da Força Armada de Terra e de Mar; [k] Projecto de Lei Organica e Regulamentar da Administração da Justiça; [l] Projecto de Lei d’Organização Provisoria dos Tribunaes de Justiça; [m] Projecto de Lei Organica do Registro do Estado Civil dos Cidadãos; [n] Projecto de Lei Organica e Regulamentar das Promoções e Recompensas; [o] Projecto de Lei Regulamentar do Processo da Discussão e Votação nas Camaras Legislativas; [p] Projecto de Lei Organica e Regulamentar do Governo Superior do Estado; [q] Projecto de Lei Regulamentar das Garantias Constitucionaes e da Responsabilidade dos Funccionarios Publicos; [r] Projecto de Lei Organica do Poder Judicial
sóbria encadernação recente de amador com rótulo gravado a ouro colado na pasta anterior
não aparado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, papel sonante
PEÇA DE COLECÇÃO
310,00 eur (IVA e portes incluídos)

Silvestre Pinheiro Ferreira (1769-1846), comendador da Ordem de Cristo, ministro e secretário de Estado honorário, embora figura tida em altíssima consideração intelectual na sua época, não conseguiu que o seu muito completo sistema de organização política e administrativa da nação, de acordo com os preceitos da Carta, chegasse a ser debatido. (Fonte: Inocêncio Francisco da Silva, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo VII, Imprensa Nacional, Lisboa, 1862)

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segunda-feira, fevereiro 27, 2017

Revista da Federação Académica de Lisboa



Lisboa, Março e Abril de 1915
dir. Raul Navas
capa de Cristiano Cruz
2 números (completo)
[24,1 cm x 16,6 cm] + [24,8 cm x 16,5 cm]
16 págs. + 32 págs. (num. contínua: 48 págs.)
exemplares envelhecidos, mas aceitáveis; miolo limpo, papel muito acidulado, por abrir
em brochura acondicionados num estojo próprio de fabrico recente
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Revista estudantil federativa, mostra-nos um ambiente de troca cultural entre professores e alunos, sendo de sublinhar no primeiro número as presenças, pelo lado dos primeiros, de Anselmo Braancamp Freire, Belo Morais, Francisco da Veiga Beirão, Lino Netto, Cincinato da Costa e Joaquim Rasteiro; pelo lado dos alunos, surgem já futuros notáveis como Mosés Bensabat Amzalak. O segundo número conta com importantes artigos de nomes convidados como Afonso Lopes Vieira, Adolfo Coelho, Leite de Vasconcelos ou Oliveira Ramos.

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Meio-Dia


ORLANDO GONÇALVES
ilust. Cipriano Dourado

Algés, 1957
Orion – distribuidora
1.ª edição
19,1 cm x 12,2 cm
172 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELA ASSINATURA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Orlando Gonçalves (1921-1994), oriundo do bairro operário da Ajuda, foi empregado de escritório, vendedor de materiais para a construção civil, livreiro, editor e jornalista. O neo-realismo oferece-lhe a saída literária para uma escrita de protesto contra a injustiça social. Fundou a editora Orion em 1950 e, mais tarde, a partir de 1963, assumirá a direcção do jornal Notícias da Amadora.

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Memórias do Capitão


JOÃO SARMENTO PIMENTEL
pref. Jorge de Sena
capa e grafismo de Armando Alves

Porto, Agosto de 1974
Editorial Inova
2.ª edição
19,6 cm x 14,1 cm
456 págs. + 12 págs. em extra-texto
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo Vítor da Cunha Rego:
«História e sátira, narrativa lírica e narrativa “realista”, tudo criado num estilo próprio, o qual se impõe exactamente porque não pede que o aceitemos. Que mais seria preciso para tornar este livro uma das obras mais importantes da literatura portuguesa contemporânea?»

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Memórias do Capitão



JOÃO SARMENTO PIMENTEL
pref. Jorge de Sena
capa e grafismo de Armando Alves

Porto, Abril de 1974
Editorial Inova
1.ª edição
19,5 cm x 14 cm
4 págs. + 440 págs. + 12 págs. em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA DO AUTOR
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, fevereiro 26, 2017

Elogio da Ignorancia



LUIZ PEREIRA REBELLO

Lisboa, 1876
Typographia Progressista de P. A. Borges
1.ª edição
16,3 cm x 11,1 cm
88 págs.
encadernação modesta de amador com gravação a ouro na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
assinaturas de posse no frontispício
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Enciclopédia Popular – Breve História da Educação


[ANÓNIMO]
pref. Ávila de Azevedo

Luanda, 1960
Instituto de Angola
1.ª edição
17 cm x 12,3 cm
80 págs. + 3 folhas em extra-texto
ilustrado em separado e no corpo do texto
exemplar muito estimado; miolo limpo
carimbo de homenagem do Instituto de Angola no ante-rosto
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Manual de Fiação do Algodão


SÍLVIO UBALDO RIBEIRO

São Paulo (Brasil), 1955
Edições LEP Ltda.
2.ª edição
22,2 cm x 15,7 cm
256 págs.
cartonagem editorial
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Dos Muçulmanos na Idade Média


ALY MAZAHÉRI
trad. A. H. de Oliveira Marques
capa de Infante do Carmo

Lisboa, s.d. [1961, seg. BNP]
Edição «Livros do Brasil»
1.ª edição
21,8 cm x 15,5 cm
352 págs.
subtítulo: Século X – Século XIII
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, fevereiro 24, 2017

Chronica | dos Valerosos, e Insignes Feitos | del Rey | Dom Ioam II



GARCIA DE RESENDE

Coimbra, 1798
Na Real Officina da Univerfidade
7.ª edição [seg. Inocêncio]
23,5 cm x 17,4 cm (estojo)
XXXII págs. + 382 págs.
subtítulo: De gloriosa memoria, | Em que fe refere fua Vida, fuas Virtudes, feu Magnanimo | Esforço, Excellentes Coftumes, e feu Chriftianif- | fimo Zelo, | per Garcia de Resende, | Com outras Obras que adiante fe feguem, e vay acrefcentada | a fua Mifcellania, | á feliz memoria do mesmo Rey | Dom Ioam Segvndo, | qve está em Gloria
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, papel sonante
brochura por aparar acondicionada num sóbrio estojo em tela
PEÇA DE COLECÇÃO
250,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Garcia de Resende [1470-1536]. Poeta e historiógrafo, músico e cantor, era um homem de grande afabilidade de trato, que o tornava benquisto de todos que o conheciam. Moço de escrivaninha, escrivão da puridade de D. João II, foi também valido de D. Manuel, que lhe confiou a delicada missão de acompanhar, como secretário, a embaixada que o rei enviou ao papa Leão X. Homem do paço e conhecedor dos divertimentos cortesãos, teve ele a iniciativa de organizar, seguindo o exemplo de Hernández del Castilho, o Cancioneiro Geral (1516) [...].» (Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. I, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1991)
«[...] Ultimamente, sahiu a septima [edição] em Coimbra, na Real Offic. da Univ. 1798. [...] parece ter sido feita sobre a de 1622, participando por conseguinte dos erros d’esta, mórmente no que diz respeito á Miscellanea, que ahi foi reproduzida com muitas incorrecções, falta de estancias inteiras, transposições de versos, mudança de palavras, etc.; finalmente mui diversa da que primeiro sahira na edição de 1554. [...]» (Inocêncio Francisco da Silva, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo III, Imprensa Nacional, Lisboa, 1859)

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Garcia de Rezende, Excerptos




GARCIA DE REZENDE, et alli
Antonio Feliciano de Castilho, org. e posf.

Rio de Janeiro / Paris, 1865
Livraria de B. L. Garnier, Editor
1.ª edição (nesta forma)
21,7 cm x 14,2 cm
VIII págs. + 368 págs.
subtítulo: Seguidos de uma noticia sobre sua vida e obras[,] um juizo critico[,] apreciações de bellezas e defeitos e estudos de lingua por Antonio Feliciano de Castilho
elegante encadernação editorial em tela gravada a ouro e relevo seco em ambas as pastas e na lombada
impresso sobre papel superior
exemplar estimado; miolo limpo, com ocasionais manchas de antiga humidade
discreta assinatura de posse na primeira folha-de-guarda
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Miscelânea fragmentária cobrindo brevemente o Cancioneiro Geral, nos seus autores mais representativos (além do próprio Resende), o Breve Memorial dos Peccados e a Chronica de D. João II. Garcia de Resende, contemporâneo de Gil Vicente, reuniu na sua magna antologia poética palaciana o que em português e castelhano terá sido escrito nas cortes de D. Afonso V, D. João II e D. Manuel. Sendo que a infinita maioria dos versos se destinava «[...] aos serões do paço, onde se recitava, se disputavam concursos poéticos, se ouvia música, se galanteava, se jogava, se realizavam pequenos espectáculos de alegorias ou paródias. Tudo isto se fazia dentro dum estilo que tendia a apurar-se como se apurava o vestuário, o penteado, a linguagem [corrente] e a etiqueta.
O ambiente cortesão explica o carácter lúdico, ligeiro e circunstancial de grande parte do conteúdo do Cancioneiro Geral, e ao mesmo tempo as formas estilizads, espirituosas que nele por vezes se encontram. [...]» (ver António José Saraiva / Óscar Lopes, História da Literatura Portuguesa, 15.ª ed., Porto Editora, Porto, 1989).

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Evora – Cancioneiro Geral



ANTONIO FRANCISCO BARATA [comp.]
[desenho da capa de D. Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha (?) ou de Nogueira da Silva (??)]
prólogo de Theophilo Braga


Évora, 1902
Empreza Typographica Eborense
1.ª edição
23,4 cm x 17,7 cm
XXVI págs. + 278 págs.
subtítulo: Continuação ao de Garcia de Resende
mancha tipográfica particularmente elegante dadas as vastas margens de papel, com todas as aberturas de poema encabeçadas por grande variedade de vinhetas tipográficas
as capitulares T e A, com que abrem a «Prefação do Compilador» e «Este Cancioneiro», tudo nos leva a crer que terão sido desenhadas e mandadas fundir de propósito para a vertente obra
encadernação em meia-francesa com cantos em pele, folhas-de-guarda em papel de fantasia marmoreado, gravação a ouro na lombada e nos remates da pele em ambas as pastas
no bordo inferior direito da pasta posterior apresenta gravado a seco «Livraria Moraes»
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
ostenta colado no verso da pasta anterior o ex-libris do engenheiro agrónomo e bibliófilo «Doutor João Braga»
100,00 eur (IVA e portes incluídos)

Documento tirado do «[...] pó dos archivos e da letra apagada e quasi illegivel [...] do seculo XVI [...]», «[...] Neste valioso codice da Bibliotheca de Evora salvo pela imprensa, predominam os documentos poeticos da gloriosa edade quinhentista; ainda se encontram eccos dos serões palacianos [...]». Tudo isto e uma sua análise histórica detalhada nos proporciona o erudito Teófilo, dando relevo à importância cultural de um século em que Portugal esteve no âmago da civilização no Ocidente.
A título de curiosidade, fecha o volume com um invulgar cólofon:
«Neste solo transtagano
Na famosa Liberalitas
Julia
, do povo romano,
Foi este Cancioneiro
Impresso, como o primeiro
Em Lisboa o foi, no anno
De quinhentos dezeseis
Sobre mil subentendidos,
Com mais um, já decorridos,
Trezentos outenta e seis.»

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quinta-feira, fevereiro 23, 2017

Exposição da Pronuncia Normal Portuguesa para Uso de Nacionaes e Estrangeiros



A. R. GONÇALVES VIANA

Lisboa, 1892
Sociadade de Geographia de Lisboa / Imprensa Nacional
1.ª edição
26 cm x 16,6 cm
6 págs. + 106 págs. (duas das quais desdobrável)
subtítulo: Memoria destinada á X sessão do Congresso Internacional dos Orientalistas
encadernação recente com gravação a ouro na pasta anterior
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado, restauro nas capas de brochura; miolo limpo
ocasionais carimbos de posse da Sociedade de Língua Portuguesa
PEÇA DE COLECÇÃO
87,00 eur (IVA e portes incluídos)

Invulgar tratado de fonética da língua portuguesa.

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Case Concerning Right of Passage over Indian Territory (Portugal v. India) | Affaire du Droit de Passage sur Territoire Indien (Portugal c. Inde)


Holanda, 1960
International Court of Justice | Cour Internationale de Justice
[1.ª edição]
bilingue inglês-francês
24 cm x 16 cm
2 x 142 págs.
subtítulos: Judgement of 12 April 1960 | Arrêt du 12 Avril 1960
exemplar estimado; miolo limpo
peça de colecção
47,00 eur (IVA e portes incluídos)


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India Sempre Portuguesa


FERNANDO VIRGÍLIO D’AYALLA E COSTA, org.
trad. monsenhor Graciano Morais

Lisboa, 1967
[ed. autor]
1.ª edição
bilingue português-concani
23,1 cm x 16 cm
36 págs.
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Descobrimento Marítimo da Índia e a Reconquista de Goa


VASCO MONTÊS

Lisboa, 1970
Sociedade de Geografia de Lisboa
1.ª edição
24,3 cm x 17,1 cm
14 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Carta Aberta do Movimento Para a Libertação de Goa, Damão e Diu dirigida ao Senhor Secretário-geral da O.N.U. em 29 de Junho de 1967



ANTÓNIO DA FONSECA

Londres, 1967
[ed. autor]
1.ª edição
bilingue português-inglês
21,9 cm x 16,6 cm
8 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Nós, a Pátria Portuguesa e a Voz Mundial Perante a Violação do Território Nacional


VENCESLAU SOARES, org.
et alli

Goa, 1955
Editor José António de Gouveia
1.ª edição
25,2 cm x 17 cm
72 págs.
profusamente ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de artigos com diversas proveniências, de autores como Roque da Silva, Laurente Cota, António Rodrigues, Pascoela de Melo Furtado Cota, Paulo Nazário Pinto, Higino da Cunha, Raúl da Cunha Soares, etc.

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The Voice of Goa in the House of Commons


aa.vv.

s.l. [Lisboa ?], 1966
s.i. [Tip. Luiz Marques, Lda.]
1.ª edição
20,3 cm x 14,2 cm
20 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Should Goa Belong to India?


BONNIE LUBEGA

Londres, 1964
ed. Antonio da Fonseca
1.ª edição
18,4 cm x 12,2 cm
24 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Victims of Indian Aggression


ANTÓNIO DA FONSECA

Karachi, 1935
J. J. Miranda
1.ª edição
20 cm x 12,6 cm
12 págs.
título integral: Statement made by António da Fonseca, Secretary General, Goa Freedom Movement at the Symposium on “Victims of Indian Aggression” held on October 30th 1965, at the Metropole Hotel, Karachi, under the auspices of the International Law Association (Pakistan)
acabamento com um ponto em arame
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Cerrar Fileiras!


BAPTISTA DA SILVA, capitão
pref. Vasconcellos e Sá

Lourenço Marques, Dezembro de 1964
Movimento Pró-Libertação de Goa, Damão e Diu
1.ª edição
21,2 cm x 14,4 cm
24 págs. + 1 folha-volante
ilustrado
capa impressa no verso
acabamento com um ponto em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
junto com a folha-volante do Manifesto público do Movimento
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Palestra realizada pelo militar Joaquim Baptista da Silva na sede da Associação Indo-Portuguesa de Moçambique, em que, volvidos três anos sobre a invasão do que nos restava da Índia, exorta patrioticamente os indo-portugueses radicados em Moçambique a tomarem uma atitude de protesto, indignação e repulsa (já que mais nada havia a fazer), «perante a Opinião Pública Mundial». Aqui, a ONU – «esse templo de hipocrisias» – é o bombo da festa, acusada de haver legitimado a operação militar da União Indiana, e, portanto, de pôr em dúvida o colonialismo português.

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Invasão e Ocupação de Goa pela União Indiana



OLIVEIRA SALAZAR

Lisboa, 1962
Secretariado Nacional de Informação
Edições SNI
[1.ª edição]
21,9 cm x 16 cm
24 págs.
subtítulo: Discurso Pronunciado por Sua Excelência o Presidente do Conselho, Professor Doutor Oliveira Salazar, na Sessão da Assembleia Nacional de 3 de Janeiro de 1962
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Resume o pensamento de Estado do ditador acerca da nossa presença colonial na Índia.

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quarta-feira, fevereiro 22, 2017

Três Cartas Inéditas para José de Castro


ANTÓNIO NOBRE
pref. e notas de Manuel Mendes
ilust. Loys Delteil

s.l. [Lisboa], 1957
Iniciativas Editoriais
1.ª edição
18,2 cm x 12,8 cm
36 págs. + 1 folha em extra-texto
ilustrado
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo, folha de couché da gravura com sinais de antiga humidade
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Modernidade na Poesia Portuguesa Contemporânea


JOSÉ FERNANDES FAFE

Lisboa, 1980
Iniciativas Editoriais
1.ª edição
18,2 cm x 12,9 cm
40 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, fevereiro 21, 2017

Obras de Manuel de Lima


MANUEL DE LIMA
prefácios de António Maria Lisboa e José de Almada Negreiros
capa e grafismo de Soares Rocha
desenhos de João Rodrigues, Mário Alberto, José Araújo e Carlos Martins Pereira

I. A Pata do Pássaro Desenhou uma Nova Paisagem *
II. Malaquias ou a História de um Homem Bàrbaramente Agredido
III. O Clube dos Antropófagos
[novela * + teatro]

IV. Um Homem de Barbas, e outros contos

Lisboa, 1972-1973
Editorial Estampa, Lda.
1.ª [*] e 2.ª edições
4 volumes (completo)
18,5 cm x 12 cm
160 págs. + 264 págs. + 272 págs. + 192 págs.
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra literária esquecida, sob o capacho da prosa actualmente à venda nas livrarias, de um Autor que nunca se esqueceu de nos elucidar acerca do mundo em que vivíamos: a Lisboa vigiada, anos 40-70 do século XX. O nervo perturbante do seu humor bebe nos humores negros surrealistas. Lá estão os grandes triângulos “mágicos”: a pintora, o amante e o mecenas; o senhorio, a porteira e o pide; a devoradora de homens, o marido enganado e o estroina; os ricos, os pobres e os bolseiros; etc... Ou, nas palavras que lhe são próprias: «Os ricos acham deselegante quando se lhes pedem pequenas quantias [...]. Quem sabia disso era o Al Capone.»
Foram seus primeiros editores Luiz Pacheco (Contraponto) e, mais tarde, Vitor Silva Tavares, na Ulisseia.

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segunda-feira, fevereiro 20, 2017

Louvor e Simplificação de Álvaro de Campos


MÁRIO CESARINY DE VASCONCELOS

Lisboa, s.d. [1953]
Edições Contraponto [de Luiz Pacheco]
2.ª edição*
25 cm x 19,2 cm
8 págs. (in 4.º)
impressão a duas cores sobre papel tipo “manteigueiro”
exemplar estimado, discreto restauro na dobra interior; miolo limpo
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos com grande propriedade a Nota do Autor:
«[...] “Simplificar” Fernando Pessoa, tomando de empréstimo alguma da sua linguagem, e reduzi-lo ao voto de um barco para o Barreiro, é coisa em que cada um só deve cair uma vez. Fique, pela parte que me toca, o molde da queda e o valor da experiência: as pessoas sabidas descobrirão depressa onde é que está o logro e onde pôde anichar-se autenticidade. As outras, não sabidas, (entusiastas, estas!) servem-me o apetite de dizer para já alguma coisa do que o poema não diz:
Que Fernando Pessoa é um grande poeta. Viajou sempre em primeira classe, mesmo quando estava parado.
Só as pessoas que não viajam ganham ódio às classes que o comboio tem. Quem alcança viajar, mesmo só em terceira, vai sempre radiante. Não anda lá a prender-se com essas coisas.
As pessoas que não viajam também têm as suas qualidades, são como os chefes de estação: bondosos, diligentes, aplicados. Mas não viajam, pronto. Para que nos querem convencer que viajam?
Assim como a Poesia não é para um par de sapatos, assim Fernando Pessoa não é para todos os dias. Não consta, porém, que Pessoa haja querido monopolizar os dias. Se déssemos a Pessoa os dias que ele tem, faríamos como ele – e até podíamos, como ele, ser grandes, com muitos dias para ele e para muitos de nós, seus iguais num desastre
Que não convêm nomear


* Inclui na última página a longa recensão crítica que António Ramos Rosa então escreveu, distinguindo-se da edição original apenas por isto.

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domingo, fevereiro 19, 2017

Assim Cantava um Cidadão do Mundo



ROBERTO DAS NEVES
ilust. Arcindo Madeira, Fernando Dias da Silva, Joaquim Mendes, et alli

Rio de Janeiro, 1952
Editora Germinal
1.ª edição
18,8 cm x 14,4 cm
160 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Poemas que levaram o autor treze vezes aos cárceres do santo ofício de Salazar
ilustrado
encadernação em meia-inglesa com cantos em pele, elegante gravação a ouro na lombada
aparado e carminado à cabeça
conserva a capa anterior de brochura
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no topo do ante-rosto
PEÇA DE COLECÇÃO
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Roberto Barreto Pedroso Neves (1907-1981), formado em filosofia e pedagogia, foi jornalista e professor em Portugal, Espanha e Brasil, e um dos grandes impulsionadores da difusão do esperanto. Tendo sido uma das primeiras vítimas da polícia do Estado Novo, desde que foi preso no 1 de Fevereiro de 1927 nunca mais deixou de sofrer com as perseguições que lhe foram movidas. Terão sido as suas muitas sátiras político-sociais o grande motivo de alarme por parte do poder... que assim se mostrava vulnerável à verdade anarquista e anticlerical. Acabando por se exilar no Brasil, Roberto das Neves fundou a Editora Germinal, que deu voz a escritores como Tomás da Fonseca, Edgar Rodrigues, Fernando Queiroga, etc.

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Orpheu 1915-1965



JOSÉ DE ALMADA NEGREIROS

Lisboa, 1965
Ática
1.ª edição
17,5 cm x 13 cm (fechado; de facto é constituído por 2 tiras cartonadas, com 17,5 cm x 98 cm, com dobra em harmónio e engenhosamente encaixadas uma na outra)
30 págs.
linotipado em Futura e impresso a duas cores sobre cartolina superior creme
exemplar estimado, restauro na dobra na folha das págs. 2-3-4-5; miolo limpo
carimbo de posse da Companhia de Teatro Anatómico na pág. 2
115,00 eur (IVA e portes incluídos)

Ao recordar, volvidos cinquenta anos, a influência exercida pela revista Orpheu nos destinos culturais portugueses, Almada afirma:
«[...] Nunca me apresentei em público senão como pessoa de arte. Mas pretendo que na pessoa de arte não se separe a obra da sua coerência com a atitude humana que arte representa. Arte é sobretudo atitude universal da pessoa humana.
[...] Estamos mal acostumados, ainda não podemos estar prevenidos, neste nosso recomeço de início de era, a que apareçam inéditas afirmações seculares recuadas, e restituídas agora à modernidade actual, e sem que o seja pela habitual via universitária.
[...] Tudo quanto sei pùblicamente, devo-o a companheiros mortos e a Mestres secularmente mortos, pois os Professores vivos foram mestres em escorraçar.
O meu pacto de pintura com os dois companheiros pintores do “Orpheu” [refere-se a Amadeu de Sousa-Cardoso e a Guilherme de Santa-Ritta] era de enunciado simples: irmos à antiguidade para o encontro da modernidade actual.
Não surpreende que isto fosse o dictame mesmo de toda modernidade mundial actual e não apenas o da nossa modernidade actual em “Orpheu”. [...]»

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Nome de Guerra


JOSÉ DE ALMADA NEGREIROS

Lisboa, 1956
Edições Ática
2.ª edição
19,7 cm x 13,1 cm
256 págs.
capa impressa a preto e vermelho, cercadura em relevo seco
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
ostenta no verso da capa o ex-libris de Carlos J. Vieira
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Deseja-se Mulher



JOSÉ DE ALMADA-NEGREIROS

Lisboa, Maio, Junho e Julho de 1959
Tempo Presente – Revista Portuguesa de Cultura (ed. José Maria Alves)
1.ª edição
apenas os 3 fascículos da revista que incluem a peça teatral de Almada
23 cm x 16 cm (fascículos) / 24,1 cm x 16,6 cm (estojo)
116 págs. + 100 págs. + 100 págs.
subtítulo: Espectáculo em 3 actos e 7 quadros
ilustrado
exemplares muito estimados; miolo irrepreensível
acondicionados em estojo artístico de manufactura recente
peça de colecção
135,00 eur (IVA e portes incluídos)

O texto de Almada encontra-se impresso sobre papel azul, situando-se entre as págs. 65-80 do n.º 1, as págs. 61-72 do n.º 2, e as págs. 57-68 do n.º 3. Vítor Pavão dos Santos alude às circunstâncias que envolveram a criação e, muito mais tarde, a edição da vertente obra teatral (ver Almada [catálogo], Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1984):
«[...] foi lá [em Madrid], estimulado talvez por um clima de intensa criatividade, que escreveu o seu melhor teatro, e em espanhol, segundo conta, para ali ser levado à cena. Trata-se fundamentalmente do tríptico El uno, tragedia de la unidad, constituído por Deseja-se mulher (1927-1928), em que procura apresentar “o indivíduo separado da colectividade, a pessoa humana diante de um caso pessoal”, e S.O.S. (1928-1929), que mostra “a colectividade sofrendo o inevitável atrito de cada um dos seus indivíduos”.
Teatro dito de comunicação imediata, Deseja-se mulher, que Almada viria a considerar “o meu melhor exemplo”, “onde toda a acção está constantemente negada”, é o seu melhor texto teatral, fluindo numa linguagem viva e nova, poética e misteriosa, coloquial e apaixonante, onde solidão e amor, simbolizados na fórmula 1 + 1 = 1, se rodeiam de certo humor, por vezes pitoresco, criando um clima moderno, modernista até, mas sempre forte e nunca gratuito.
Publicada em 1959, com belos e depurados apontamentos para a cenografia, a peça só foi representada em 1963, numa encenação de Fernando Amado, com os elementos cénicos de Almada transpostos pesadamente para o palco por Vitor Silva Tavares, na Casa da Comédia, onde a peça voltaria, em 1972, em encenação imaginativa de Fernanda Lapa – que fora a “Vampa” na criação – desenhada por Carlos Amado. [...]»

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Ver

JOSÉ DE ALMADA NEGREIROS
capa, notas e pref. de Lima de Freitas

Lisboa, 1982
Editora Arcádia, S.A.R.L.
1.ª edição
24,2 cm x 22,1 cm
280 págs.
ilustrado
cartonagem editorial
exemplar como novo
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de cadernos, a maioria então ainda inéditos, que completam quanto Almada já tinha dado a conhecer, em 1948, na brochura Mito – Alegoria – Símbolo. Trata-se de uma portentosa reflexão em redor da «geometria simbólica, a numerologia e a organização dos mitos. [...]
Com efeito, conviria desde já tornar claro que o conjunto de textos que formam este volume constitui, a nossos olhos, não apenas uma das páginas mais inteligentes e cativantes da moderna literatura portuguesa – inteligentemente bela e cativantemente inteligente – como também um documento, praticamente único no seu género, de um pensamento de raiz artística que parte à procura da significação do universo e do homem através da inteligência e decifração das formas e dos sinais, o qual, pela vivíssima originalidade, pela visão criadora que o percorre e pela coerência interna da sua reflexão ocupa um lugar de privilégio na cultura ocidental. [...]»

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O Escaparate de Todas as Artes ou Gil Vicente Visto por Almada Negreiros [catálogo]


VÍTOR PAVÃO DOS SANTOS
capa e grafismo de Alda Rosa

Lisboa, Setembro de 1993
Secretaria de Estado da Cultura – Instituto Português de Museus
1.ª edição [única]
21,4 cm x 21 cm
2 págs. + 82 págs.
subtítulo: Exposição Comemorativa do Centenário do Nascimento de Almada Negreiros no Museu Nacional do Teatro
capa impressa frente e verso
profusamente ilustrado a negro e a cor
exemplar estimado; miolo irrepreensível
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conclui assim Vítor Pavão dos Santos o seu magnífico ensaio:
«[...] Tanta sabedoria, tanta imaginação, tão clara compreensão de Gil Vicente convergem neste Auto da Alma, que bem pode considerar-se o testamento teatral de Almada.
E com este espectáculo em que tudo desejou abranger, se chega ao fim desta breve incursão pelo constante fascínio de Almada pelas artes do espectáculo. Para todas tão apto e por todas tão fascinado que nenhuma distinguiu, por todas se dispersando, em nenhuma, por isso, deixando a grande obra que em tudo quanto fazia constantemente se anunciava.
Afinal, porque, para Almada, o espectáculo tanto estava na escrita, como no desenho, como no pensamento, como, muito especialmente, na própria vida.»

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Artigos no Diário de Lisboa


ALMADA NEGREIROS
pref. E. W. Sapega
grafismo de M. J. Matos

Lisboa, 1988
Imprensa Nacional – Casa da Moeda
1.ª edição [em livro]
24 cm x 15 cm
140 págs.
vol. III das Obras Completas
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
é o n.º 2.041 de uma tiragem declarada de 3.000 exemplares
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da reunião dos artigos escritos para o DL entre 1921 e 1925.

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